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Sábado, Novembro 27, 2021

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Abrantes | Executivo aprova Plano Operacional Municipal para defesa da floresta

O Plano Operacional Municipal (POM) 2021 e respetiva cartografia, aprovado por unanimidade em abril na reunião da Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (CMDFCI), foi aprovado na reunião de Câmara de Abrantes no dia 18 de maio.

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O Plano Operacional Municipal, que integra o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, é revisto anualmente e tem como objetivo a operacionalização de todo o dispositivo de defesa da floresta contra incêndios, sendo considerado “fundamental no planeamento do combate aos incêndios florestais”.

Com o documento orientador, pretende-se “contribuir para que a capacidade de resposta face a uma emergência, provocada por um incêndio florestal, seja mais rápida e mais eficaz e que todos os intervenientes se encontrem articulados e coordenados em todas as situações”, refere a autarquia em nota de imprensa.

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O documento define os meios humanos, técnicos e materiais que deverão ser utilizados nas operações de prevenção, vigilância, primeira intervenção, combate, rescaldo e pós-rescaldo no Concelho e regula a articulação entre entidades e organismos municipais e distritais.

Apresenta uma descrição dos procedimentos que deverão ser adotados por cada entidade interveniente no processo, bem como as suas áreas de intervenção, locais estratégicos de posicionamento, entre outros, em cada fase do dispositivo de prevenção e combate a incêndios.

Para o presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, “a autarquia pretende continuar a contribuir para que o combate ao flagelo dos incêndios florestais seja mais eficaz e mais organizado e que todos os intervenientes tenham um documento operacional com informação atualizada, com o objetivo de facilitar as resoluções que devem ser tomadas no decurso da ocorrência”.

Este plano anual é elaborado pelos técnicos do Serviço Municipal de Proteção Civil com os contributos dos representantes das várias entidades que integram a CMDF.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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