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Domingo, Setembro 26, 2021

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Abrantes estabelece protocolo com a Faculdade de Belas Artes no âmbito da Rede de Museus

O objetivo é a cooperação científica, técnica e pedagógica em projetos aplicados à rede “Museus de Abrantes”, em domínios como a curadoria, museologia e museografia, conservação e restauro.

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A Câmara Municipal de Abrantes e a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa vão celebrar um protocolo para estabelecer uma cooperação científica, técnica e pedagógica em projetos aplicados à rede “Museus de Abrantes”, em domínios como a curadoria, museologia e museografia, conservação e restauro. A minuta do protocolo foi aprovada pelo Executivo Municipal na última reunião de Câmara, dia 30 de junho.

Esta parceria vai criar condições para a elaboração de projetos de investigação, documentação e curadoria, conservação e restauro de acervos que integram as coleções de arte que são propriedade ou que estão à guarda da Câmara Municipal.

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Possibilita também condições para o desenvolvimento de projetos de implementação de novas tecnologias na área da museologia e museografia relacionados com os Museus localizados no território de Abrantes. A realização de estágios e investigações académicas e a elaboração de projetos de residências artísticas em Abrantes são outras ações a desenvolver no âmbito deste entendimento.

Com o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA), o QuARtel de Arte Contemporânea, o Museu Metalúrgica Duarte Ferreira, o Panteão dos Almeida, a par com os demais projetos museológicos em curso, onde se inclui o Museu de Arte Contemporânea, coleção Charters de Almeida, a autarquia assume a concretização de uma rede polinuclear designada por “Museus de Abrantes” que, entre outras, “disporá de condições de excelência para acolhimento de programas educativos, de capacitação e expositivos de referência local, territorial, nacional e internacional”, lê-se em nota de imprensa.

Para o presidente da Câmara Municipal, Manuel Jorge Valamatos, o protocolo com uma das mais reconhecidas faculdades de Belas-Artes da Europa e do Mundo, “vem reforçar a valorização dos estudos integrados tendentes ao inventário, salvaguarda, preservação e divulgação do património cultural (material e imaterial) abrantino”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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