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Quarta-feira, Dezembro 1, 2021

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Abrantes | Espaço museológico da ACROM mostra 200 imagens de Santo António

A ACROM – Associação Cultural das Rotas de Mouriscas, promove uma exposição temática no seu espaço museológico situado no centro de Mouriscas, Abrantes, dedicada a Santo António, orago de uma capela daquela freguesia.

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As cerca de 200 imagens expostas pertencem a mourisquenses associados da ACROM, nomeadamente a Maria Manuela Ferro Borges (183 peças) e Maria Clara Tempera (10 peças).

As peças em exposição são provenientes de vários países, contando a mostra com imagens em pedra, madeira, barro, cerâmica e outros materiais, como sarapilheira, granito ou arame.

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A ACROM pretende apresentar várias exposições temáticas ao longo do ano, como forma de dinamizar o seu espaço museológico. Até ao momento, foram apresentadas mostras de livros de autores mourisquenses e de catos e suculentas. A próxima exposição temática será dedicada a fotos e a pinturas.

O espaço museológico da ACROM, abriu em fevereiro de 2019 com um espólio emprestado por mourisquenses, constituído por mais de 800 peças que evocam o mundo rural e doméstico de antigamente. Atualmente, fora do contexto da exposição temática das imagens de Santo António, o núcleo conta já com 1100 peças em exposição.

Inaugurada no dia 2 de junho, a exposição fica patente até final do presente mês e pode ser visitada das 17h00 às 19h00, ou em horário diferente mediante pedido, nomeadamente para receber grupos, através do telemóvel: 961744382.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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