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Sábado, Setembro 18, 2021

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Abrantes | Escuteiros do Agrupamento 697 celebram 38 anos e cumprem promessas

Os escuteiros do Agrupamento 697 de Rossio ao Sul do Tejo realizaram as suas promessas no sábado, 26 de junho, dia em que o Agrupamento assinalou o seu 38º aniversário. A cerimónia decorreu na Igreja Nossa Senhora da Conceição, antes da missa da comunidade, no sentido de melhor cumprimento das normas da DGS. Na noite anterior os escuteiros juntaram-se na mesma Igreja para fazer a Velada de Armas.

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As promessas são um dos momentos mais importante para qualquer agrupamento de escuteiros. Não só porque marcam a entrada de novos escutas no movimento, mas também porque servem para que todos os escuteiros renovem a suas próprias promessas.

Por isso, é possível observar os lábios de todos a murmurar a promessa enquanto os patas-tenras/aspirantes e noviços a pronunciam ao altar. A celebração das promessas serviu também para comemorar o aniversário do agrupamento 697, inaugurado a 19 de junho de 1983, cumprindo 38 anos.

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Escuteiros do Agrupamento 697 do Rossio ao Sul do Tejo. Momento da Promessa. A escuteira faz a saudação enquanto coloca a mão esquerda sob a bíblia, a bandeira nacional e do agrupamento.

À solenidade das promessas acresce o facto de prometer ser escuteiro significar entrar para uma fraternidade mundial. Recorda-se que a Organização Mundial do Movimento Escuteiro e a Associação Mundial de Guias foram nomeadas para o Prémio Nobel da Paz 2021.

O movimento escutista tem como objetivo a formação de cidadãos ativos que possam praticar e motivar mudanças positivas no mundo. Esta foi uma das razões da nomeação, aliadas à criação de diálogo e manutenção da paz em diversas comunidades à volta do globo.

Escuteiros do Agrupamento 697 do Rossio ao Sul do Tejo. Entrega da vara bifurcada aos caminheiros, que simboliza a escolha entre dois caminhos.

Na noite anterior às promessas, no dia 25 de junho, realizou-se a Velada de Armas. O nome remete para rituais antigos em que os novos cavaleiros passavam a noite antes de serem investidos em oração. Hoje, o nome técnico dado à cerimónia é Vigília de Oração, mas no Rossio ao Sul do Tejo continua a ser chamada de Velada de Armas. Tal como os cavaleiros velavam as suas armas, os escuteiros velam os seus lenços.

Os escuteiros refletem também sobre o que é ser escuteiro, o porquê de decidirem sê-lo e o compromisso que irão fazer no dia que se segue. As respostas a estas perguntas variam consoante a pessoa que lhes responde. Há até quem não consiga dar resposta satisfatória. 

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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