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Quinta-feira, Agosto 5, 2021

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Abrantes: Escritor Tiago Patrício apresenta hoje o romance “O Príncipe da Noite”

O escritor Tiago Patrício, Prémio Agustina Bessa-Luís, 2011 e prémio Jovens Escritores em 2007, vai estar dia 29 de outubro, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal António Botto, em Abrantes, para a apresentação do livro “O Príncipe da Noite”.

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O “Princípio da Noite” é um romance “com sete adolescentes que deixa antever a ameaça que paira nos bairros de emigrantes da Europa mas também desce ao Norte de África através da linha de separação entre norte e sul, onde se escuta a chamada para a oração e se sente a asfixia dos habitantes condenados a viver entre a bigorna dos grupos religiosos e o martelo dos generais”.

Tiago Patrício é Madeirense e cresceu em Trás-os-Montes. Começou a ser publicado entre 2007 e 2010, nas coletâneas Jovens Escritores, do Clube Português de Artes e Ideias. Venceu vários prémios em poesia (Daniel Faria, Natércia Freire) e teatro (Luso-Brasileiro).

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Em 2015 foi selecionado para a residência de escritores do Castelo de Hawthornden, em Lasswade, na Escócia, tornando-se o primeiro português a fazer parte desta residência literária.

Autor de vários bestsellers: “Mil Novecentos e Setenta e Cinco”; “Trás-os-Montes”; “O Livro das Aves”, “O Estado de Nova Iorque”, entre outros, está a preparar uma peça de teatro inspirada na vida do escritor lusodescendente John dos Passos, que deverá ser apresentada nos Estados Unidos e em Portugal em 2017.

Alguns dos seus textos estão publicados em França, Egito, Eslovénia e República Checa.

A apresentação vai estar a cargo da Jornalista de Abrantes Patrícia Seixas e a entrada é livre.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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