- Publicidade -

Abrantes | Escolas do concelho têm 14 turmas em isolamento devido à covid-19

Nos dois agrupamentos escolares do concelho de Abrantes existem 14 turmas em isolamento, dos mais de 3 mil alunos que frequentam escolas no município. A informação chegou a Celeste Simão, vereadora da Câmara Municipal com o pelouro da Educação, através dos diretores das escolas.

- Publicidade -

“Um número considerável, não sendo um número elevadíssimo”, disse Celeste Simão. Assim, esta quarta-feira 20 de janeiro, no Agrupamento nº1 estão em isolamento duas turmas da Escola Básica da Bemposta e duas turmas da Escola Básica Maria Lucília Moita. Três turmas estão em isolamento na Escola D. Miguel de Almeida e outras três na Escola Dr. Solano de Abreu. Já no Agrupamento de Escolas nº 2 encontram-se em isolamento quatro turmas da Escola Dr. Manuel Fernandes.

Ou seja, ao dia de hoje há uma escola encerrada no concelho, a escola Básica de Bemposta, “a abrir brevemente, dentro de poucos dias”, garantiu a vereadora sem precisar a data.

- Publicidade -

Na Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Abrantes, em Mouriscas, “temos neste momento um aluno infetado”, adianta. Aquele estabelecimento de ensino aguardava ontem orientações da autoridade de saúde pública do Médio Tejo.

Apesar da existência deste número de turmas em confinamento nas escolas do concelho, Celeste Simão notou ser “uma situação incerta. Com turmas a regressar e outras a sair”, tendo em conta o cenário epidemiológico no País e em Abrantes.

Os alunos destas 14 turmas colocadas em confinamento devido a casos positivos de covid-19 encontram-se então em regime de aulas não presencial. O ensino à distância é confirmado pela vereadora.

Celeste Simão, vereadora da Câmara Municipal de Abrantes com o pelouro da Educação. Foto: mediotejo.net

“De acordo com as indicações do Ministério de Educação, cada Agrupamento tem a sua própria maneira de interagir com os alunos” à semelhança do que aconteceu no ano passado aquando do confinamento geral, refere.

Celeste Simão sublinha que os computadores que a autarquia disponibilizou no momento do confinamento em 2020 regressaram à Câmara, “foram todos revistos pelos técnicos de informática e regressaram” de novo às escolas.

Neste momento, as indicações municipais, em parceria com os diretores de Agrupamento, passam pela utilização dos computadores pelos alunos. “Pode haver, de acordo com a orientação de cada agrupamento, de cada professor, trabalho feito à distância. Os alunos não vão para casa sem dar continuidade à sua aprendizagem”, assegura.

O hipotético encerramento das escolas do concelho não foi um assunto debatido entre a vereadora responsável pela Educação e os diretores das escolas havendo, no entanto, manifestações de preocupação.

“É muito notória a preocupação por parte dos senhores diretores” mas, “comparativamente com outros concelhos que têm várias escolas encerradas”, em Abrantes os números “não são demasiado alarmantes”. Contudo, reconhece Celeste Simão, “a situação hoje é esta e amanhã pode ser outra completamente diferente. É essa preocupação que todos demonstram”.

Segundo a vereadora o foco está “no dia a dia, em cumprir todas as regras e em fazer com que os alunos as cumpram. Estamos focados naquilo que é preciso fazer para não prejudicar os alunos embora saibamos que, com esta situação, todos saiam prejudicados. É uma situação incerta. Vamos guardando o evoluir da situação”, concluiu.

Portugal contabilizou hoje 219 mortes relacionadas com a covid-19 e 14.647 casos de infeção com o novo coronavírus, os valores mais elevados desde o início da pandemia, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

A doença covid-19 é transmitida pelo vírus SARS-CoV-2 detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
O seu nome

APOIE O NOSSO JORNAL, TORNE-SE UM LEITOR BENEMÉRITO

Se lê regularmente as nossas notícias torne-se um leitor benemérito fazendo contribuições a partir de 10€/mês, ou doando valores iguais ou superiores a 100€. Esses leitores passam a constar da ficha-técnica como apoiantes deste projeto independente de jornalismo. Pode também fazer uma contribuição pontual (5€, 10€, 20€, o que puder e quiser).