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Terça-feira, Outubro 26, 2021

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Abrantes | Escola Superior de Tecnologia (ESTA) assinala 22 anos e regresso da Queima

A Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA) do Instituto Politécnico de Tomar (IPT) está a assinalar 22 anos de existência na cidade de Abrantes. À data festiva de instalação da ESTA em Abrantes junta-se a receção aos novos alunos e o regresso da Queima das Fitas para os alunos finalistas.

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Foi no dia 6 de outubro de 1999, no edifício do antigo tribunal de Abrantes, situado na Rua 17 de Agosto de 1808, que decorreram as primeiras aulas dos cursos de bacharelato em Engenharia Mecânica e em Comunicação Social.

Nesse dia, a ESTA ganhou vida. Atualmente, conta com quatro cursos de licenciatura em Comunicação Social, Cinema Documental, Engenharia Mecânica e Informática e Tecnologias Multimédia; seis cursos técnico superior profissional: Animação e Modelação 3D e Jogos, Informática, Manutenção de Sistemas Mecatrónicos, Realização e Produção Televisiva, Som e Imagem e Web e Dispositivos Móveis; um mestrado em Engenharia Mecânica – Projeto e Produção Mecânica e pós-graduações em diversas áreas.

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Em comunicado, a ESTA/IPT assinala a data e vinca que estes são “cursos que se complementam, com uma forte base científica e tecnológica orientadas para o desenvolvimento e estímulo do espírito crítico e inovador”.

“A ESTA, com instalações no centro da cidade de Abrantes e com laboratórios no Tecnopolo em Alferrarede, continua sempre disponível para trabalhar em conjunto ao serviço da nossa Região”, pode ainda ler-se na mesma nota informativa.

Esta quinta-feira, dia 7 de outubro, haverá lugar a uma sessão de boas vindas aos novos alunos da ESTA, e, nos dias 9 e 10, assinala-se no castelo de Abrantes o regresso da Queima das Fitas para os alunos finalistas, dois anos após a interrupção devido à pandemia de covid-19.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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