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Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
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Abrantes | Empresa que comprou instalações da RPP Solar mantém interesse em investir

A empresa que comprou em hasta pública o terreno e instalações da RPP Solar, na zona de Concavada, perto da Central Termoelétrica do Pego, mantém o interesse em investir em Abrantes num projeto na área da canábis medicinal, assegurou ao mediotejo.net o presidente da Câmara Municipal. 

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No inicio de outubro o presidente da Câmara de Abrantes anunciou que o terreno e instalações da RPP Solar, entidade que tinha como objetivo criar um complexo industrial para construção de painéis fotovoltaicos, na freguesia de Concavada (EN 118), foi comprado em hasta pública por um promotor que pretende ali desenvolver um projeto “relevante para a região”.

O projeto prende-se com um investimento na área da canábis medicinal. Um placard colocado nos antigos terrenos da RPP Solar publicitava a “Grow Medical Cannabis”, uma empresa do Reino Unido com o slogan “Inspired by nature, perfected by science” (em português, inspirado pela natureza, aperfeiçoado pela ciência), aludindo à “maior fábrica com boas práticas de fabricação da União Europeia no mundo”.

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Recentemente o placard foi removido e por isso o nosso jornal tentou apurar se essa retirada estaria relacionada com alguma alteração no processo de intenções, no que toca ao investimento. Mas o presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, garantiu que o interesse do promotor se mantém e não houve qualquer alteração.

Explicou que decorreu naquele local uma reunião conjunta de investidores, na qual também esteve presente, e para essa “ação pontual” foi colocado o placard da “Grow Medical Cannabis”. No entanto, a empresa entendeu retirar o placard até que tenha o processo de licenciamento concluído, acrescentou o autarca.

À margem dessa reunião de executivo no inicio de outubro, Manuel Jorge Valamatos adiantou aos jornalistas que as instalações foram adquiridas por uma empresa que “seguramente terá também capitais estrangeiros” e que o promotor é alguém “com experiência, com aceitação no mercado, no qual nós confiamos e depositamos muita esperança”.

Confirmando a existência de reuniões com os envolvidos no projeto, o presidente não esconde o otimismo e o agrado para “a retoma daquele lugar, a compra daquele imóvel para um investimento relevante para o nosso alcance, para a nossa região”, mas admite não anunciar projetos “sem eles estarem verdadeiramente implantados porque é preciso dar este sinal de credibilidade da nossa ação”.

Reiterou trabalho por parte do executivo no sentido de “criar as melhores condições para a instalação deste projeto. (…) Estamos muito atentos, faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para que os promotores se possam instalar e desenvolver aqui os seus projetos e logo que tenhamos as questões mais consolidadas informaremos”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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