Abrantes e Torres Novas lideraram em agosto na criação de novas empresas

A criação de empresas no distrito de Santarém está a revelar sinais de recuperação com o mês de agosto a apresentar a constituição de 93 sociedades, ou seja, mais 25 empresas do que em igual período do ano passado e o valor mais elevado desde fevereiro deste ano. Os concelhos de Abrantes e Torres Novas foram os mais empreendedores, segundo as contas da Associação Empresarial Nersant.

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EM comunicado, a Associação Empresarial do Distrito de Santarém, refere que o ano de 2020 tem sido um “ano atípico no que à criação de empresas diz respeito”, tendo referido que, se em março, abril e maio se verificou um sério abrandamento do empreendedorismo regional, já os meses junho e julho começaram a dar sinais de uma retoma que veio a ser confirmada em agosto, mês tradicionalmente pouco empreendedor.

“Este mês, que noutros anos apresenta sempre os valores mais baixos no que à criação de empresas diz respeito, apresentou a criação de 93 empresas, mais 25 do que em igual período do ano passado e o valor mais elevado desde fevereiro deste ano”, pode ler-se na nota informativa.

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“Outra das novidades”, segundo a Nersant, “diz respeito aos concelhos que mais criaram empresas. Em detrimento de Santarém e Ourém, que aparecem quase sempre no topo da tabela dos concelhos mais empreendedores, foram os concelhos de Abrantes e Torres Novas, com a criação de 15 empresas em cada um dos territórios, os mais empreendedores”.

Ourém surge logo de seguida na tabela, com a criação de 11 sociedades, seguindo-se Tomar, com 8, Santarém, com 7, e Coruche, Rio Maior e Salvaterra de Magos, com 6. Benavente criou 5 empresas, Almeirim, 4, Vila Nova da Barquinha, 3 e Alcanena, 2. Cartaxo, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Golegã e Mação apresentaram em agosto a criação de uma sociedade em cada concelho. Chamusca, Constância, Sardoal e Alpiarça não criaram empresas no período analisado pela Nersant.

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Por setores de atividade, destacam-se o comércio a retalho (6), cafés (5), construção de edifícios (residenciais e não residenciais) (4), manutenção e reparação de veículos automóveis (4), comércio por grosso (4), compra e venda de bens imobiliários (4), restaurantes tipo tradicional (3), atividades de contabilidade e auditoria, consultoria fiscal (3), atividades de arquitetura (3), agências de publicidade (3) e atividades de apoio social com alojamento (3).

No mês de agosto deste ano, conclui a mesma nota, “os homens voltam a ser mais empreendedores”, sendo que “61 investimentos têm como promotores homens (65,6%) e 32 novos negócios foram criados por mulheres (34,4%). A média do capital social das empresas criadas em agosto foi de 4 839,26 €”.

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