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Sábado, Maio 8, 2021

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Abrantes | Doze alunos representam concelho na Fase Intermunicipal do Concurso de Leitura

A fase intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) do Concurso Nacional de Leitura 2020/2021 realiza-se esta quinta e sexta-feira, dias 22 e 23 de abril, e conta com a presença de 12 alunos do concelho de Abrantes.

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Esta fase está a decorrer em modo online e, em Abrantes, as provas realizam-se no Edifício Pirâmide, sendo que esta quinta dia 22 teve lugar a prova escrita e na sexta-feira decorrerá a prova oral. A prova escrita já deu conhecer os quatro apurados para a fase seguinte e eles são Ismael Chilau, Carolina Santos, Beatriz Grácio e Sara Martins.

A prova oral realiza-se esta sexta-feira, dia 23 de abril, em modo online, a partir do edifício Pirâmide, em Abrantes.

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A representar o concelho de Abrantes estiveram os 12 alunos alunos apurados na fase municipal, três de cada nível de ensino (1º, 2º e 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário): Ismael Chilau, Manuel Pereira, Rita Mourato, Carolina Santos, Matilde Dias, Diogo Ordonho, Beatriz Grácio, Mafalda Esteves Martins, Sara Martins, Sofia Gonçalves, Joana Alves e Maria Nascimento.

Para esta fase do Concurso foram selecionadas as seguintes obras:
1º Ciclo do Ensino Básico: 𝑨 𝒗𝒊𝒅𝒂 í𝒏𝒕𝒊𝒎𝒂 𝒅𝒆 𝑳𝒂𝒖𝒓𝒂, de Clarice Lispector, da editora Relógio D´Água;
2º Ciclo do Ensino Básico: 𝑶 𝒍𝒊𝒗𝒓𝒐 𝒒𝒖𝒆 𝒔ó 𝒒𝒖𝒆𝒓𝒊𝒂 𝒔𝒆𝒓 𝒍𝒊𝒅𝒐, de José Jorge Letria, da Texto Editores;
3º Ciclo do Ensino Básico: 𝑽𝒂𝒏𝒆𝒔𝒔𝒂 𝒗𝒂𝒊 à 𝒍𝒖𝒕𝒂, de Luísa Costa Gomes, da Porto Editora;
Ensino Secundário: 𝑨 𝒗𝒊𝒅𝒂 𝒅𝒆 𝒖𝒎 𝒉𝒐𝒎𝒆𝒎 𝒒𝒖𝒆 𝒑𝒆𝒓𝒔𝒆𝒈𝒖𝒊𝒂 𝒑𝒐𝒆𝒎𝒂𝒔, de Joana M. Lopes, da Alêtheia Editores.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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