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Sábado, Maio 8, 2021

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Abrantes | CTT reconhece “atrasos” na distribuição mas diz ter recursos humanos “suficientes”

A empresa CTT confirma que foram registados constrangimentos na distribuição postal no mês de março em Abrantes, situação que diz serem “decorrentes de situações de ausência de trabalhadores por motivo de luto e doença”. Em resposta a pedido de esclarecimento, os CTT frisam que “estes atrasos não são comparáveis com os do verão passado”, e que “os recursos humanos existentes são suficientes para fazer face às necessidades”.

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Fonte oficial da empresa CTT assegurou ainda ao mediotejo.net que “não existe Correio retido no Centro de Distribuição Postal”, situado em Alferrarede (Abrantes), e que “os atrasos registados não ultrapassam os 2 a 3 dias face ao padrão contratualizado”.

Questionada sobre se o atual número de profissionais no concelho de Abrantes é suficiente tendo em conta o aumento de serviço – nomeadamente de CTT Expresso – a empresa afirmou que “a capacidade da rede dos CTT está em constante monitorização e avaliação” e que “realiza os ajustes considerados necessários sempre que se justifica”.

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Nesse sentido, a empresa assegurou que, “atualmente, os recursos humanos existentes são suficientes para fazer face às necessidades”.

Os trabalhadores dos CTT de Abrantes promoveram em julho de 2020 uma greve parcial reivindicando então a “contratação de mais carteiros”, numa luta por “melhores condições de trabalho e pela defesa da qualidade do serviço público postal”. A greve prolongou-se por vários dias, com duas horas de paralisação diária, e terminou quando a empresa cedeu às reivindicações, nomeadamente em reforçar o serviço com mais carteiros.

Notícia relacionada:

Abrantes | Trabalhadores dos CTT cancelam greve após cedência da empresa, que vai contratar mais carteiros

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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