Abrantes: Creative Camp, os únicos limites da criatividade foram os da cidade (c/vídeo)

Oito dias de criatividade à solta por Abrantes. Assim foi a quinta edição do Creative Camp que decorreu entre os dias 3 e 10 de julho e durante o qual apenas existiu um limite para os artistas: o do território da cidade.

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Criativos de todo o mundo, workshops, sessões de trabalho, “ataque” ao comércio local, concertos, filmes, apresentações de portefólios e folia infantil. Assim foram os oito dias do Creative Camp que decorreu em Abrantes na semana passada e deu à cidade movimento e cores extra com contornos internacionais.

Os participantes do campo, estudantes e jovens profissionais das artes criativas, passaram oito dias com nove criativos (Boa Mistura, Sean Dune, Frank Kalero, Javier Peña Ibáñez, José Cardoso/Tomba Lobos, Alec Dudson, Isaac Niemand, Simon Landrein e Leonor Teles) e beberum um pouco da criatividade que destaca cada um nas Media Arts. O comércio local foi “assaltado” por intervenções artísticas, a música de Rodrigo Amado, Serushiô, Tomba Lobos e Dj Ride ecoou pela cidade e os mais pequenos tiveram uma semana em grande.

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Uma vez terminada a quinta edição da iniciativa organizada pelo Canal 180 em parceria com o município na qual também marcou presença o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, chega o tempo de balanço. Maria do Céu Albuquerque, presidente da câmara municipal de Abrantes, considera que o evento criativo deixa marcas físicas e imateriais no concelho.

Em declarações à Lusa, destaca entre as diversas manifestações artísticas que ganharam forma durante o Creative Camp deste ano o mural “Abrantes cidade florida” criado num prédio na Praça Barão da Batalha, o projeto “100 anos, 100 rostos” com caras de abrantinos de relevo no centenário da cidade, o desafio de encontrar o “silêncio” inscrito nas ruas do centro histórico e o envolvimento de mais de 150 crianças e jovens do concelho.

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Os objetivos desta aventura criativa idealizada como algo “diferenciador” foram cumpridos. Segundo Nuno Alves, curador do Creative Camp, o evento resulta em intervenções com “formatos muito originais” que perduram no tempo e “transformam Abrantes num museu de arte urbana”. O envolvimento do público infantojuvenil é uma “semente” que dará os seus frutos no futuro, não só para o evento que ambiciona fazer crescer, mas também no próprio concelho.

C/ Lusa

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