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Domingo, Dezembro 5, 2021
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Abrantes | Coronel César Reis foi empossado Comandante do RAME (c/ fotogaleria)

O Coronel de Artilharia César Reis tomou posse como Comandante do Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME) esta quarta-feira, dia 2, no Quartel de São Lourenço, em Abrantes. A cerimónia oficial decorreu no dia seguinte ao início da atividade operacional do RAME naquele local, tendo o Comandante destacado a importância do sentido estratégico, da convergência de esforços entre instituições, da eficiência operacional, da formação e da melhoria das condições de trabalho e bem-estar dos militares.

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A tomada de posse do Comandante do Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME) realizou-se esta quarta-feira, no dia seguinte ao início da atividade operacional daquele regimento no Quartel de São Lourenço, em Abrantes. A cerimónia oficial que empossou o Coronel de Artilharia César Luís Henriques dos Reis realizou-se na Parada do Chaimite na presença de oficiais e de uma parada.

Após a leitura do despacho de nomeação do Comandante do RAME do Chefe do Estado-Maior do Exército, General Frederico Rovisco Duarte, de 30 de setembro de 2016, foi partilhado o currículo biográfico e profissional do Coronel de Artilharia. O Comandante do RAME nasceu em Lisboa no ano de 1966 e o seu percurso militar teve início aos 18 anos na Academia Militar, tendo concluído o Curso de Artilharia cinco anos depois e sido colocado na Escola Prática de Artilharia.

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A sua formação académica inclui, entre outros, um mestrado em Estratégia pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa e é doutourando em Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

O percurso foi sendo construído com cursos militares e civis no Exército, a par do desempenho das funções de instrutor, comandante de pelotão, chefe de secção, professor, comandante de companhia, secretário, adjunto, delegado e relações públicas. Entre as instituições por onde passou durante a carreira militar destacam-se a Escola Prática de Artilharia, o Colégio Militar e o Ministério da Defesa.

No seu discurso de tomada de posse, o Coronel de Artilharia César Reis salientou a importância do sentido estratégico, da convergência de esforços entre instituições, da eficiência operacional, da formação e da melhoria das condições de trabalho e bem-estar dos militares. Um dos objetivos prioritários é a apresentação nos próximos meses da conceção estrutural e do plano funcional do Regimento de Apoio Militar de Emergência de forma a definir o alinhamento “entre prioridades estratégicas, mudanças estruturais e eficiência operacional”.

O Comandante destacou ainda que o RAME “terá de estar bem preparado para aproveitar todas as oportunidades de desenvolvimento e de afirmação da sua identidade, partindo para elas com inequívoca vontade de as concretizar” e que “a confiança não se obtém por decreto ou bula. Tem de ser conquistada todos os dias através do envolvimento constante de todos nós”.

A intervenção que antecedeu o desfile em continência das Forças em Parada terminou com uma citação do escritor norte-americano James Baldwin: “Nem tudo o que enfrentamos pode ser mudado, mas nada pode ser mudado enquanto não for enfrentado”. Um trabalho que, segundo o Comandante do RAME, deverá ser feito em conjunto a nível interno e com entidades externas.

A atividade operacional do RAME agora iniciada no Quartel de São Lourenço engloba um Comando e Estado-Maior, uma Companhia de Comando e Serviços, um Destacamento CIMIC do Exército (Civilian Military Cooperation) e uma Unidade de Apoio Militar de Emergência.

Entre as suas responsabilidades encontram-se o apoio militar de emergência à Companhia de Reabastecimento e Serviços (Póvoa do Varzim), à Companhia de Engenharia de Apoio Militar de Emergência e ao Agrupamento Sanitário (Tancos, Vila Nova da Barquinha), assim como o acionamento e acompanhamento das missões de apoio à população transferidas pelo Comando das Forças Terrestres para o Comandante César Reis.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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