Terça-feira, Março 2, 2021
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Abrantes conta com 120 camas de apoio à covid-19 no RAME e na Pousada de Juventude

O concelho de Abrantes conta já com um dispositivo de retaguarda para acolher suspeitos ou doentes infetados com o novo coronavírus. São mais de 100 camas distribuídas por dois espaços, a Pousada da Juventude, com 20 camas, e o Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME), com 100 camas.

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O Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME) disponibilizou tendas instaladas junto ao serviço de urgência médico-cirúrgica do Hospital de Abrantes e tem preparada uma estrutura (quartos) para dar resposta a situações de emergência, que possam ocorrer no concelho, nomeadamente em lares e centro de dia, no contexto da pandemia de covid-19.

Como apoio de retaguarda o Município conta ainda com a Pousada da Juventude de Abrantes, estrutura que inicialmente foi determinada pelo Governo como local para receber profissionais de saúde e outros profissionais que trabalham na linha da frente no combate à pandemia.

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À margem da última reunião de Câmara Municipal, que decorreu mais uma vez por videoconferência, em declarações ao jornal mediotejo.net o presidente Manuel Jorge Valamatos (PS) explicou que “nesta fase” o Município não sentiu “necessidade de mobilizar o pavilhão desportivo ou outra estrutura qualquer, porque temos o RAME em primeira fila, e a Pousada da Juventude”.

O presidente, que já havia agradecido ao RAME durante a reunião de executivo, considerou aquele Regimento militar como “uma estrutura fortíssima de apoio ao Município onde estão cerca de 100 camas disponíveis” para acolher doentes positivos ou negativos de covid-19. Ou ainda para quem trabalha” na linha da frente. Na Pousada da Juventude conta com “duas dezenas de camas de retaguarda” disponíveis.

Manuel Jorge Valamatos sublinhou que “todas as ações são devidamente articuladas” com os agentes da Saúde – Centro Hospitalar do Médio Tejo e Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) – e Segurança Social. “À Câmara compete referenciar e criar as melhores condições para termos estas estruturas de retaguarda, de apoio” no atual contexto de pandemia que Portugal atravessa.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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