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Quarta-feira, Junho 16, 2021

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Abrantes | Conselho Municipal de Educação aprova relatório final de avaliação do projeto educativo

O Conselho Municipal de Educação de Abrantes aprovou o relatório final de avaliação do Projeto Educativo Municipal (PEM) na quarta-feira, dia 26 de maio, desenvolvido entre os anos 2015 e 2020, e elaborado pelo Observatório do PEM, com o acompanhamento da Universidade Católica Portuguesa – Porto, e apoio da Câmara Municipal de Abrantes. A sessão decorreu no auditório da Escola Secundária Dr. Solano de Abreu, em Abrantes.

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O Relatório Final do Projeto Educativo Municipal apresenta a realidade atual, mas deixa também recomendações gerais para as estratégias de futuro, sendo um trabalho inédito no concelho, garante o Município em nota de imprensa.

Na sessão de abertura, o presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, destacou a importância de “as autarquias estarem envolvidas nas transferências de competências para que os processos corram melhor e para que as nossas crianças e jovens aprendam melhor”.

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Acrescentou ainda que “as questões da Educação são nucleares para a nossa ação e para a nossa Comunidade”.

O Município de Abrantes assumiu a Educação como “prioridade estratégica e como fator de competitividade e de coesão social”, sendo o dia 15 de julho de 2015 a data do arranque dos trabalhos no âmbito do PEM.

“Construir uma política educativa mais integrada e articulada que sirva melhor a população de Abrantes” foi o objetivo do Projeto Educativo Municipal que envolveu todos os agentes educativos do Concelho, serviços da autarquia, agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas, como é o caso da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes e o Centro Local de Aprendizagem da Universidade Aberta.

Valdemar Almeida, professor da Universidade Católica Portuguesa do Porto, membro do Observatório do PEM, felicitou o Conselho Municipal de Educação pela aprovação do Relatório Final de Avaliação e realçou a importância de seguir “as recomendações que constam no documento e a tê-las em conta  na revisão do PEM de forma a que se possam adaptar ainda melhor à realidade local”.

Considerou ainda que “as escolas fazem bem, mas não podem fazer tudo e há outras entidades que, em articulação com as escolas, podem fazer aquilo que as escolas não conseguem”.

Conselho Municipal de Educação de Abrantes. Créditos: CMA

Entre as diversas conclusões do Relatório Final de Avaliação, por exemplo, destaque para “um aumento da taxa de sucesso escolar entre 2014/15 e 2018/19; a melhoria das condições do parque escolar do Concelho; a existência de uma nutricionista, contratada pelo Município, para acompanhar as refeições escolares e que tem sido uma mais valia; a par com o protocolo assinado entre o Município de Abrantes, o Agrupamento de Escolas Nº 2 e a Futrimetal que permite que no 10º ano os alunos do curso profissional da Escola Octávio Duarte Ferreira, em Tramagal, possam adquirir conhecimentos em contexto de trabalho e que se tem verificado muito positivo”, lê-se igualmente na nota de imprensa.

No que se refere às recomendações gerais, o Relatório Final do PEM salienta “a importância de se privilegiar a auscultação dos agentes locais, de ter em conta a realidade demográfica e que o Conselho Municipal de Educação tenha um papel central na implementação e acompanhamento do PEM. Entre os diversos objetivos do PEM, pretende-se que o mesmo trabalhe a prevenção do abandono escolar; valorize os recursos endógenos; implique uma maior articulação e cooperação entre as diferentes instituições educativas e formativas e também entre o Município e escolas, a par com a mobilização das associações de pais”.

Recorda-se que o Conselho Municipal de Educação (CME) é um órgão de coordenação e consulta, estruturante para a definição da política educativa concelhia, o qual permite aos seus membros a possibilidade de aprofundarem o seu conhecimento sobre as diferentes dimensões da política educativa a nível local.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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