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Quarta-feira, Setembro 22, 2021

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Abrantes | Concurso público para requalificar Escola Básica de Alvega ficou deserto

O concurso público lançado pela Câmara de Abrantes para reabilitar a Escola EB1/JI de Alvega “não teve concorrentes”, revelou, esta terça-feira, a autarquia, adiantando haver duas opções: “lançar novo procedimento com ajuste no valor” ou  “ajuste direto”.

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De acordo com o Município, o júri do concurso decidiu pela não adjudicação do referido procedimento, motivado pela ausência de concorrentes, quanto ao concurso público para a empreitada de “Requalificação da Escola EB1/JI de Alvega – Abrantes”.

O projeto referente à empreitada de requalificação da Escola de Alvega, apresenta um preço base de 441.822,42 euros.

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Segundo o vice-presidente, João Gomes, “esta é a primeira vez” que Abrantes lança um Concurso Público que fica “deserto”.

Explica que o projeto “foi feito na base de orçamentos reais, porque antes de lançar a empreitada tinha sido solicitado orçamentos reais dos custos com uma margem de 10%. Pela primeira vez verificámos que o procedimento ficou deserto”, disse, opinando não ser “uma questão de valor” mas justificando com “a falta de empresas, a poderem dar resposta à necessidade que o nosso País apresenta”.

Assim sendo, são dois os cenários apresentados: “lançar novo procedimento e fazer um ajuste no valor, ou fazer um ajuste direto desde que duas componentes sejam verificadas; a manutenção do preço base e as mesmas condições do lançamento da empreitada”, explica João Gomes.

Atualmente o executivo procede a uma consulta de mercado, reunindo com empresas, inclusivamente locais no sentido de “colocar este processo a andar o mais rapidamente possível”, conclui.

ÁUDIO | VICE-PRESIDENTE DA CÂMARA DE ABRANTES

No projeto aprovado pela Câmara Municipal, com um prazo de execução de 180 dias, a intervenção irá incidir ao nível da fachada, com pinturas e substituição de toda a caixilharia de forma a melhorar o comportamento térmico do edifício; a criação de acessibilidade para mobilidade reduzida, com a construção de duas rampas (uma na entrada principal do edifício e a outra de acesso a sala polivalente no piso -1).

No piso -1 da escola será criada uma sala polivalente, que servirá para eventos ou para atividade física no interior, em caso de condições climatéricas adversas; os anexos existentes serão transformados em balneários e zona de sanitários de apoio ao espaço exterior, com a retirada da cobertura de amianto.

No piso 0, vai ser criada uma instalação sanitária para mobilidade condicionada; o refeitório e copa irão passar para este piso de entrada, cumprindo todos os requisitos técnicos; haverá uma sala de atividades para o pré-escolar; a par com a sala de professores e a sala dedicada ao pessoal não-docente.

Já no piso 1, todas as instalações sanitárias vão ser remodeladas e ampliadas. Serão instaladas salas de aula, uma sala polivalente, a Biblioteca/Centro de Recursos e o Gabinete de Coordenação.

No âmbito desta intervenção, vão ainda ser substituídos todos os pavimentos de circulação.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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