Domingo, Fevereiro 28, 2021

Abrantes | Concurso ‘Food Fab Lab’ da TAGUSVALLEY com 7.300 euros em prémios

O TAGUSVALLEY, Parque Tecnológico do Vale do Tejo, em Abrantes, já lançou a 4.ª edição do prémio ‘Food Fab Lab’. Este prémio destina-se a quem tem um produto alimentar inovador e pretenda testá-lo, ou queira criar um negócio alimentar. As candidaturas decorrem até setembro e a concurso estão 7.300 euros.

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Podem candidatar-se a este concurso, que tem como objetivo premiar produtos capazes de dar resposta aos desafios e tendências de consumo atuais, sobretudo de reforço de cadeias de abastecimento e consumo de produtos locais, pessoas a título individual ou empresas. Os critérios de avaliação são a inovação, a degustação e o potencial de mercado.

De acordo com a organização, para além de pretender fomentar o desenvolvimento de novos produtos, este concurso pretende também catalisar o arranque de projetos de transformação alimentar assim como potenciar a economia e inovação no setor, procurando assim contribuir para a retoma económica do país.

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Os prémios somam um valor total de 7.300 euros, em serviços do TAGUSVALLEY, sendo 2.800 euros para o Prémio FoodFabLab e 1.500 euros para cada um dos restantes prémios.

A organização refere ainda que os prémios dão acesso à utilização do Food Fab Lab no Centro de Transferência de Tecnologia Alimentar INOV’LINEA, um espaço pré-licenciado de uso partilhado para a produção de produtos alimentares, apoio técnico nas áreas do licenciamento, rotulagem, obrigações legais, processo produtivo, uma análise sensorial de aceitação, uma análise sensorial de preferência e acompanhamento no desenvolvimento do modelo de negócio.

Para concorrer, basta preencher o formulário de candidatura online preenchido no site do TAGUSVALLEY até 22 de setembro, e entregar o produto para prova sensorial de 05 de outubro a 10 de outubro deste ano.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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