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Quinta-feira, Dezembro 9, 2021
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Abrantes | ‘Concerto In Memoriam 1931 – 2019’ no 90º aniversário do Orfeão de Abrantes

O Orfeão de Abrantes vai realizar o ‘Concerto In Memoriam 1931 – 2019’, com o Orfeão Caldense, na Igreja da Misericórdia de Abrantes, este sábado, dia 6 de abril, às 16h30, no âmbito do 90º aniversário da instituição e cujas comemorações decorrem durante o ano de 2019 com múltiplas atividades e eventos.

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Este concerto reveste-se um “uma enorme importância histórica porque vem no seguimento de um intercâmbio com diversos concertos em ambas as cidades, Caldas da Rainha e Abrantes, e que se iniciou em 1931” lê-se em nota de imprensa.

O maestro do Orfeão Caldense daquela época, Carlos Silva, foi o grande impulsionador deste intercâmbio cultural, pois sendo natural de Abrantes empenhou-se em iniciar nas Caldas da Rainha com um concerto, que se destacou pela grande comitiva com que o Orfeão de Abrantes se fez acompanhar. Depois, outros concertos se seguiram, ora em Abrantes ora em Caldas da Rainha, sempre rodeados de grande festividade.

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Em 1932, em Abrantes com o maestro Henrique dos Santos Silva, segue-se a 17 de julho de 1933 e mais tarde em 13 de julho de 1952 mais um concerto. O último em 1998 já com o maestro Rui Martins Picado.

Entretanto para honrar a amizade existente entre as duas cidades, em ata de julho de 1953 fica deliberado que, a Rua do Correio Velho em Abrantes fosse alterada para Rua de Caldas da Rainha, como hoje é conhecida, assim como naquela cidade existe uma Rua da Cidade de Abrantes.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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