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Domingo, Julho 25, 2021

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Abrantes | Comunidade celebrou 50 anos de sacerdócio do Pe. Zé da Graça

Completa 75 anos em janeiro de 2018. A 9 de julho arredondou para 50 o número de anos de sacerdócio. Nasceu no dia de 1 de janeiro de 1943, em Santana – Nisa. Falamos do Padre Zé da Graça, filho de Francisco da Graça Balbino e de Ana Teresa Diogo, de quem teve mais 3 irmãos. De modo a assinalar esta marca de sacerdócio, o Conselho Pastoral de Abrantes decidiu promover uma iniciativa comemorativa este domingo à tarde, na Paróquia de São Vicente. Com missa, bênçãos e várias iniciativas de homenagem e troca de prendas/lembranças, a cerimónia contou com igreja cheia, em mais uma celebração na presença do Padre Zé.

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Os seus estudos decorreram entre 1955 e 1967 nos Seminários do Gavião, de Alcains e de Portalegre, com a ordenação sacerdotal a ocorrer no dia 9 de julho de 1967, na Sé de Portalegre. Figura muito querida pelos fiéis e comunidade em geral do concelho de Abrantes, José da Graça conta já com um grande repertório de obras efetuadas e projetos durante estes 50 anos de serviço à comunidade, desde restauração e ampliação de estruturas na Igreja de S. Facundo (Remodelação da Igreja), restauração da Igreja de Vale das Mós, construção de uma Igreja em Esteveira, construção de uma Residência Paroquial em Vale das Mós, construção da Comunidade Terapêutica em Sentieiras, e o projeto para construção da Igreja da Encosta da Barata, cuja muito provável não construção o apoquenta em termos de futuro religioso em Abrantes.

Em 50 anos, José da Graça serviu as paróquias de Ponte de Sor, Sertã, São Facundo, Santa Margarida da Coutada, S. João (atualmente), S. Vicente (atualmente), Alferrarede, Rio de Moinhos, Martinchel e Aldeia do Mato.

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Foto: Jornal Nova Aliança

 

Historial de serviço à comunidade

As marcas do seu serviço social passam pela construção de Jardim-de-infância de Vale das Mós e Centro de Dia em Vale das Mós, construção da Creche e Jardim-de-infância em Abrantes, criação do Serviço de Apoio Domiciliário a Idosos em Abrantes, Programa de Recuperação de Toxicodependentes “Projecto Homem”, criação do Centro de Dia, que apoia os toxicodependentes, Comunidade Terapêutica “João Guilherme” que dá continuidade ao programa “Projecto Homem”, criação dos Apartamentos de Reinserção Social, em Abrantes, Castelo Branco e Ponte de Sor, que conclui o programa “Projecto Homem”, fundador e presidente do Banco Alimentar Contra a Fome de Abrantes, criação do Centro de Acolhimento para Crianças em Situação de Risco, presidente da Direcção do Centro Social Diocesano de Santo António de Portalegre, vogal da Assembleia-geral do Centro Social de Alferrarede, membro do Conselho de Administração da Fundação Ernesto Estrada, fundador da Associação Cultural e de Desenvolvimento Nova Aliança, que abrange a Livraria “Santa Maria” e o jornal “Nova Aliança”, director Adjunto e Administrador do jornal “Nova Aliança”, fundador do Centro de Convívio “Recordar é Viver” que dá resposta a pessoas idosas que combatem a solidão, criador de um Centro de Enfermagem, em Abrantes, composto por voluntários que dão apoio aos idosos mais carenciados e que necessitem de cuidados de saúde, construção do Lar para Idosos em Abrantes – Domus Pacis, restauro e remodelação da Casa Dª Maria Amélia, construção do Centro Social Interparoquial de Abrantes, na Rua Cidade de Parthenay, nº 414 – Creche, e Jardim de Infância e Serviço de Apoio Domiciliário.

Recorde-se que, em entrevista ao mediotejo.net, o cónego referiu ter em mãos o projeto de construção de uma Unidade de Cuidados Continuados com 20 camas para pessoas com Alzheimer e Parkinson. Os quase 75 anos de idade e os 50 de padre não amedrontam  José da Graça, garantiu-nos, dando a entender que a reforma está fora de questão e que, no que toca à saúde, está bem e recomenda-se.

Créditos fotográficos: Jornal Nova Aliança

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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