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Sábado, Julho 24, 2021

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Abrantes: Companhia Paulo Ribeiro regressa num Dueto com Cinema (c/vídeo)

A Companhia Paulo Ribeiro está de regresso ao Médio Tejo com a sua mais recente criação. Depois d’A Festa (da Insignificância) em Torres Novas, o coreógrafo apresenta um Dueto com Cinema no Cineteatro S. Pedro esta sexta-feira, em pleno Dia Mundial da Dança. O espetáculo fecha o ciclo “Dança Abrantes” que ao longo do mês de abril deu um movimento diferente à cidade.

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O movimento cadenciado tem sido celebrado no Cineteatro S. Pedro ao longo do último mês com o ciclo “Dança Abrantes” e os espetáculos da Escola Silvina Candeias, da At.dançarte e do Espaço Idança. Com o fim de abril perto fecha-se o ciclo no mesmo local, esta sexta-feira, dia 29, com a mais recente criação da Companhia Paulo Ribeiro, Dueto com Cinema.

Tivemos a oportunidade de falar com o coreógrafo na altura em que levou A Festa (da Insignificância) ao Teatro Virgínia, em Torres Novas, revelando-nos a forma como a dança contemporânea lhe tomou conta do corpo quando assistia a um espetáculo na viagem que fez à Bélgica aos 19 anos. Para trás ficou o curso de Filosofia no Brasil e pela frente encontrou a Escola do Ballet Contemporâneo de Bruxelas (1978) e a Escola Mudra de Maurice Béjart (1980), em Bruxelas.

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Fez-se performer, mas foram os outros que o fizeram coreógrafo, segundo nos contou na entrevista. A coreografia passou de hobbie partilhado com os colegas da Ópera de Lyon, em 1982, para o primeiro prémio das edições de 1984 e 1985 do concurso parisiense Violinine e consolidou-se com as inúmeras distinções que foi somando por terras lusas e estrangeiras nas últimas três décadas.

Em pleno Dia Mundial da Dança, no ano em que celebra o 21º aniversário da sua companhia, os abrantinos participam no diálogo estabelecido em palco a partir das 21h30 entre bailarinos e imagens cinematográficas, ao mesmo tempo que passam a integrar a lista dos que “fizeram” Paulo Ribeiro um coreógrafo proeminente.

Pode descobrir mais sobre a entrevista que fizemos a Paulo Ribeiro no passado dia 5 de março clicando aqui.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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