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Terça-feira, Julho 27, 2021

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Abrantes: Comemorações do centenário arrancam com gala de ópera (Multimédia)

A Igreja de São Vicente recebeu no passado sábado, 9, o Concerto de Ano Novo – Bravo Abrantes. A gala de ópera pela Orquestra Sinfónica Juvenil foi dirigida pelo maestro Christopher Bochman e contou com a presença dos cantores líricos Alexandra Bernardo e Armando Possante, aos quais se juntou o coro misto do Orfeão de Abrantes. Mais de uma hora de música erudita que marcou o arranque do programa comemorativo do centenário da elevação de Abrantes a cidade.

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Muitos abrantinos e residentes de concelhos vizinhos estiveram presentes na primeira iniciativa do programa comemorativo do centenário da elevação de Abrantes a cidade pela Lei n.º 601, publicada no Diário da República a 14 de junho de 1916.

Confirmando a excelência do trabalho realizado ao longo das últimas três décadas como maestro da Orquestra Sinfónica Juvenil, fundada em 1973 e única do género no país com atividade permanente, Christopher Bochman abriu a gala com a obra “O Morcego” de Strauss.

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Na hora que se seguiu, os bancos da Igreja de São Vicente, templo religioso que celebra 90 anos de classificação como Monumento Nacional no próximo dia 19 de fevereiro, estiveram cheios e as vozes de Alexandra Bernardo e Armando Possante (quase) fizeram esquecer o frio, amenizado pelos aquecedores distribuídos pela nave-central.

A soprano graduada pela Escola de Música Nossa Senhora do Cabo, Lisboa, começou com um trecho da ópera “Gianni Schichi” (Puccini) ao qual se seguiram “As Bodas de Fígaro” (Mozart) interpretadas pelo barítono licenciado em Canto Gregoriano e Canto na Escola Superior de Música de Lisboa. Ambos deliciaram o público com três trechos d’“O Barbeiro de Sevilha” (Rossini), um dos quais cantado em dueto.

A poucos dias de completar 87 anos de existência (20 de janeiro), o Orfeão de Abrantes deu vida a obras compostas por Verdi, “Nabuco” e “Traviata”, tendo o coro misto sido acompanhado na última pelos dois cantores líricos. A associação cultural abrantina é dirigida pelo maestro Rui Picado e, além do grupo coral engloba as valências de Escola de Música e o grupo Cant’Abrantes. 

O centenário da elevação de Abrantes a cidade começou de forma distinta com uma gala a que se juntam 27 iniciativas ligadas às áreas da fotografia, ambiente, desporto, literatura, música, artes plásticas, cinema, gastronomia, teatro e História. O programa, que pode ser consultado aqui, foi distribuído durante o evento em conjunto com o boletim municipal “Passos do Concelho”, especialmente dedicado ao centenário.

A edição n.º 100 desta publicação, também ela simbólica, inclui uma retrospetiva histórica da cidade desde o início do século XX e uma entrevista a Fernando Catroga, filho da terra convidado pelo município para presidir ao grupo de trabalho responsável pelas comemorações composto por dez pessoas ligadas a diversos quadrantes profissionais da sociedade abrantina.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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