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Domingo, Novembro 28, 2021

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Abrantes | Comemorações do 25 de Abril com programa descentralizado

Os 45 anos do 25 de Abril de 1974 vão ser assinalados em Abrantes com um conjunto de atividades a realizar em diversos pontos do concelho, numa organização da Assembleia e da Câmara Municipal e que incluem uma sessão solene, concertos, teatro e atletismo.

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No dia 24, às 10h30, no auditório da Escola Secundária Dr. Solano de Abreu, realiza-se uma peça de teatro pedagógica que conta a história da revolução dos cravos. “25 de Abril – História de uma Revolução” será interpretada pela Companhia Profissional de Teatro EDUCA.

No dia 25, em Mouriscas, realiza-se a cerimónia evocativa da data, durante a sessão extraordinária da Assembleia Municipal, num momento de intervenção política pelos presidentes da Assembleia, da Câmara Municipal e dos representantes de cada força política representada na Assembleia Municipal. A cerimónia realiza-se a partir das 11h30, no Largo do Espírito Santo.

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Também da parte da manhã, às 10h00, na Cidade Desportiva, realiza-se o XX Grande Prémio de Atletismo, organizado pela União de Freguesias de Abrantes e Alferrarede e pela Câmara Municipal.

O dia será também marcado pela transmissão, a partir do Centro Histórico de Abrantes, do programa da TVI, “Somos Portugal”, entre as 14h00 e as 20h00. A autarquia aproveita este momento de promoção televisiva para realizar uma feira de sabores e tradições, numa ação de valorização de produtos e produtores locais.

As comemorações encerram com um concerto pela banda UHF, no polidesportivo de São Facundo, com entrada livre. A mítica banda de rock apresentará temas do álbum de tributo a Zeca Afonso, “A Herança do Andarilho”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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