Abrantes com recolher obrigatório apresenta novas medidas de apoio a família e empresas (c/áudio)

Na região do Médio Tejo, os municípios de Abrantes, Alcanena e Ourém juntaram-se no dia 16 a Constância e Sardoal na listagem dos 191 concelhos de “risco elevado” de contágio e entraram em recolher obrigatório às 13:00 de sábado.

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Em Abrantes, este é o primeiro de dois fins de semana de recolher obrigatório, uma medida com impactos diretos no comércio e setor da restauração, entre outros, tendo a autarquia anunciado para segunda-feira apresentação de um novo pacote de medidas sociais e económicas, devido à atual conjuntura referente à pandemia da Covid-19.

ÁUDIO MANUEL JORGE VALAMATOS, PRESIDENTE CM ABRANTES:

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O socialista Manuel Jorge Valamatos, presidente da Câmara de Abrantes, disse que nas últimas semanas os serviços da autarquia têm “trabalhado afincadamente na elaboração de um novo conjunto de medidas, possíveis de concretizar, e que possam ajudar de forma direta famílias e empresas” do concelho, fazendo face à atual conjuntura pandémica, social e económica.

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Estas medidas serão anunciadas em conferência de imprensa a realizar na próxima segunda feira no Salão Nobre dos Paços do Concelho e com transmissão em direto nas plataformas digitais da Câmara Municipal de Abrantes.

“Estamos conscientes das dificuldades do momento e tudo continuaremos a fazer para defender a nossa comunidade com toda a dedicação, pedindo apenas que continuemos unidos, solidários, com espírito resiliente e sobretudo, com máximo respeito pelas recomendações e indicações das autoridades”, apelou o autarca.

Além do recolher obrigatório, os concelhos com risco elevado de transmissão da covid-19 têm em vigor, desde 04 de novembro, um conjunto de outras medidas especiais, inclusive o dever de permanência no domicílio, a obrigatoriedade do teletrabalho, o encerramento dos estabelecimentos de comércio até às 22:00 e dos restaurantes até às 22:30, e a proibição de eventos e celebrações com mais de cinco pessoas, salvo se pertencerem ao mesmo agregado familiar.

Estes dois fins de semana haverá ainda encerramento total dos estabelecimentos comerciais e de restauração a partir das 13:00, havendo autorização para abrirem apenas a partir das 08:00.

A proibição de circulação no sábado e no domingo entre as 13:00 e as 05:00 já tinha sido aplicada no último fim de semana, mas abrangeu apenas 114 concelhos com risco elevado de transmissão do novo coronavírus, entre eles Constância e Sardoal, a que se juntam agora Abrantes, Alcanena e Ourém.

Além do recolher obrigatório a partir das 13:00 ao fim de semana, o Governo estabeleceu que a abertura do comércio só pode acontecer a partir das 08:00, com encerramento às 13:00, exceto para farmácias, clínicas e consultórios, estabelecimentos de venda de bens alimentares até 200 metros quadrados com porta para a rua e bombas de gasolina, entre outros casos.

Durante o fim de semana, a partir das 13:00, a restauração nestes concelhos só pode funcionar para entrega ao domicílio.

A proibição de circulação na via pública prevê um conjunto de 13 exceções de deslocações autorizadas, entre as quais o desempenho de funções profissionais como profissionais de saúde e agentes de proteção civil, a obtenção de cuidados de saúde, idas a estabelecimentos de venda de produtos alimentares e de higiene, assistência de pessoas vulneráveis, exercício da liberdade de imprensa e passeios pedonais de curta duração.

Além do recolher obrigatório, os concelhos com risco elevado de transmissão da covid-19 têm em vigor o dever de permanência no domicílio, a obrigatoriedade do teletrabalho, o encerramento dos estabelecimentos de comércio até às 22:00 e dos restaurantes até às 22:30, e a proibição de eventos e celebrações com mais de cinco pessoas, salvo se pertencerem ao mesmo agregado familiar.

Estas medidas especiais estão em vigor até às 23:59 do dia 23 de novembro.

C/LUSA

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.
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