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Terça-feira, Janeiro 18, 2022
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Abrantes com incêndio de Fontes e Carvalhal controlado

Está controlado o incêndio na zona de interface dos concelhos de Abrantes e Sardoal, mais precisamente no lugar de Cristo Rei, aldeia de Matagosa, freguesia de Carvalhal.

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Em declarações ao mediotejo.net, a presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, disse “aguardar que entre em resolução ainda hoje”, após cinco dias de incêndios no concelho.

No terreno, afectos à ocorrência, permanecem 149 bombeiros, 44 veículos, 3 meios aéreos e uma embarcação de vigilância na albufeira da barragem de Castelo de Bode no sentido de alertar para uma eventual projecção.

A presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, no posto de comando em Carvalhal
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De acordo com a presidente da Câmara de Abrantes foram na realidade afectos “mais meios para actuarem em situações de perigosidade”.

A embarcação encontra-se na albufeira de Castelo de Bode devido à ligação entre as margens de quatro concelhos: Tomar, Ferreira do Zêzere, Vila de Rei e Abrantes.

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Contactado pelo Médio Tejo, o presidente da Junta de Freguesia de Carvalhal, Luís Vermelho, confirmou que o fogo “está praticamente controlado” se entretanto “não reacender” acrescentou.

Por seu lado, a presidente da Junta de Freguesia de Fontes, Sónia Alagoa, explicou ao Médio Tejo que “não há incêndio na freguesia de Fontes”. O que ocorreu ontem foi “um pequeno foco que rapidamente foi resolvido por bombeiros e populares”.

A autarca referiu que a evacuação de algumas pessoas (acamadas e com mobilidade reduzida) ocorreu no domingo à noite “meramente por precaução”.

Segundo Maria do Céu Albuquerque o fogo chegou ao concelho vindo de Alvaiázere, passando para Ferreira do Zêzere, depois Sardoal e por fim entrou em Abrantes.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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