Quarta-feira, Março 3, 2021
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Abrantes | Cineteatro S. Pedro recebe Memórias Partilhadas

O palco do Cineteatro S. Pedro recebe a peça “Memórias Partilhadas” esta sexta-feira, dia 13, com três monólogos encenados por Steve Johnstone. O espetáculo coproduzido pelo Teatro Nacional D. Maria II e o Teatro Regional da Serra de Montemuro baseia-se em textos de Peter Cann, Therese Collins e Abel Neves e revela as ligações improváveis entre uma carteira, um lápis e uma almofada.

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O que têm em comum uma carteira, um lápis e uma almofada? A resposta surgirá no palco do Cineteatro S. Pedro às 21h30 desta sexta-feira durante a peça teatral “Memórias Partilhadas”, coproduzida pelo Teatro Nacional D. Maria II e o Teatro Regional da Serra de Montemuro.

O espetáculo com encenação de Steve Johnstone junta três monólogos interpretados por Abel Duarte, Eduardo Correia e Paulo Duarte a partir das histórias “Uma carteira vazia”, de Therese Collins, “O Lápis”, de Abel Neves, e “A Almofada de Penas de Cuco”, de Peter Cann.

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Anna é a personagem principal da primeira. Esta mulher fascinada pelas carteiras dos outros e a da falecida mãe acredita que a forma e o conteúdo daqueles objetos revelam a personalidade do seu dono.

Delfim prefere os lápis. O protagonista da segunda história empunha-os como uma “espada da verdade” que usa para “destravar o mundo” através da imaginação.

Adão e Fábio, por sua vez, partilham uma forte amizade no ano do Campeonato do Mundo de Inglaterra em que Eusébio brilhou (1966). A almofada de penas de cuco representa uma separação porque esse é também o ano em que um dos amigos se apaixona.

Conseguiu estabelecer alguma ligação? Não? Ficou curioso? Então, o ideal é comprar o bilhete de cinco euros que já se encontra à venda no Welcome Center de Abrantes e em ticketline.sapo.pt ou na bilheteira do Cineteatro S. Pedro no dia do espetáculo.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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