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Segunda-feira, Novembro 29, 2021

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Abrantes | Cidadãos pedem ajuda para funeral de ucraniano atropelado em Alferrarede

A morte de um cidadão ucraniano residente em Abrantes e que faleceu na madrugada de sexta-feira vítima de atropelamento em Alferrarede, deixou consternados todos aqueles que com ele privavam, tendo os seus amigos e colegas de trabalho encetado uma campanha de angariação de fundos para a realização do seu funeral.

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Em declarações ao mediotejo.net, uma amiga de Yurij disse que “vai ser muito complicado para os pais dele [que residem na Ucrânia] tratar do funeral, por isso agradecemos quem quiser dar uma ajuda”. Nesse sentido, acrescentou, foram já colocadas “umas caixinhas com um peditório, estando uma delas nas Bombas de gasolina BP, onde ele ia naquela manhã tomar o café, e uma outra no café da Sopadel”.

Manifestando revolta pelos contornos do atropelamento mortal, a mesma fonte disse que o grupo de amigos e colegas de trabalho de Yurij “ficou em choque” com o sucedido, tendo afirmado que “deixar uma pessoa à beira da estrada, não se faz nem com um animal”.

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O homem de 34 anos, de nacionalidade ucraniana, foi atropelado mortalmente na madrugada de sexta-feira, 1 de fevereiro, em Alferrarede, Abrantes, na Avenida António Farinha Pereira, junto ao posto de abastecimento da BP.

O condutor colocou-se em fuga e as autoridades policiais começaram ainda na sexta-feira a desenvolver diligências no sentido de o identificar, sendo que, segundo informações não oficiais, a viatura envolvida no trágico acidente terá sido encontrada no fim de semana junto à antiga Quimigal, em Alferrarede.

Esta segunda-feira, o comandante da PSP de Abrantes disse ao mediotejo.net que o processo está sob coordenação do DIAP, Departamento de Investigação e Ação Penal.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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