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Sexta-feira, Dezembro 3, 2021
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Abrantes | Ciclistas incentivados em Rossio continuam aventura pela Rota da EN2

Os abrantinos Nuno Gomes e Daniel Simões chegaram cerca das 21:00 ao Rossio ao Sul do Tejo, na sua passagem por Abrantes e dentro do tempo previsto, sensivelmente a meio da aventura e do objetivo de percorrer toda a EN2 em cerca de 24 horas. À sua espera estavam dezenas de amigos que os acarinharam e incentivaram durante a curta paragem para o que falta percorrer de bicicleta nesta aventura pela maior estrada da Europa. Com os doces Palha de Abrantes a darem energia para o que falta até chegarem a Faro.

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Os dois abrantinos propõem-se percorrer, nos dias 26/27 de julho, em bicicleta, num limite temporal de 25 horas (24 horas a pedalar), os 738 quilómetros da Estrada Nacional 2, afirmando a centralidade de Abrantes e desta região enquanto coração da histórica EN2, atravessando Portugal de lés-a-lés no menor tempo até hoje registado.

Os abrantinos Nuno Gomes e Daniel Simões chegaram cerca das 21:00 ao Rossio ao Sul do Tejo, na sua passagem por Abrantes e dentro do tempo previsto. Foto: DR

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Nuno, professor de Matemática, e Daniel, veterinário/oficial do Exército, são dois abrantinos que têm colocado a si próprios uma série de desafios pessoais em termos desportivos, entre os quais se contam a realização do projeto “Diagonais”, quatro etapas diferentes em que estabeleceram a ligação de Abrantes às quatro cidades/cantos de Portugal em BTT (Vila Real de Santo António, Sagres, Caminha e Bragança), com cada um desses trajetos a ter a duração limite de 24 horas.

Há dois anos, no desafio “Pedalar por Pedrógão” cumpriram os 555 kms de Abrantes a Gibraltar em menos de 24 horas, em bicicleta de BTT, angariando mais de 11.000 euros, que reverteram a favor das vítimas dos incêndios de Pedrógão.

À sua espera em Abantes estavam dezenas de amigos que os acarinharam e incentivaram durante a curta paragem para o que falta percorrer de bicicleta nesta aventura pela maior estrada da Europa. Foto: CMA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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