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Quarta-feira, Dezembro 1, 2021

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Abrantes | CHMT quer espalhar sementes para um parto positivo no Médio Tejo

O Centro Hospitalar do Médio Tejo dá conta que aposta na qualificação dos seus profissionais, “transversal a todas as especialidades”, tendo destacado em concreto a área da Saúde Materna com os profissionais da maternidade a terem um formação no âmbito do parto fisiológico com o objetivo de apoiar a mobilidade da mulher durante o parto.

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Assim, nos últimos dias de setembro, 16 enfermeiras especialistas em Saúde Materna e duas médicas obstetras da Maternidade do CHMT, na unidade de Abrantes, tiveram a oportunidade de realizar os Módulos I e II da formação “A Mobilidade da Pélvis, Posições e Movimentos no Parto”, do Ciclo “Parir en Movimiento: Anatomía Funcional del Parto Fisiológico”.

A formadora, Núria Vives estuda e colabora com Blandine Calais-Germain há trinta e cinco anos, com quem escreveu o livro “Parir en Movimiento” e participa, desde 2007, na implementação dos novos protocolos de “Estrategia de Atención al Parto Normal”, do Ministério da Saúde espanhol e em diferentes comunidades e hospitais de Espanha.

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Conhecida e reconhecida no “mundo da obstetrícia” pela criação do Ciclo “Parir en Movimiento: Anatomía Funcional del Parto Fisiológico”, “Períneo, Integração e Movimento®” e “Parto e Movimento®”, Núria Vives dá a conhecer o seu trabalho na Europa e noutros continentes, em formações para parteiras, fisioterapeutas, médicos e outros profissionais que acompanham a mulher no parto.

Dois módulos iniciais, foram focados no estudo do parto fisiológico, com o objetivo de apoiar a mobilidade da mulher durante o parto, um direito da mulher, presente no manifesto da Organização Mundial da Saúde. Créditos: CHMT

A formadora e as formandas deste curso foram acolhidas pelas organizadoras, Conceição Courinha, enfermeira Chefe do serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT e por Paula Carrilho e Paula Alexandra Oliveira, enfermeiras Especialistas em Saúde Materna e Obstetrícia, que têm esta formação completa, desde 2017.

Estes dois módulos iniciais, foram focados no estudo do parto fisiológico, com o objetivo de apoiar a mobilidade da mulher durante o parto, um direito da mulher, presente no manifesto da Organização Mundial da Saúde, “Cuidados durante o nascimento para uma experiência positiva”.

Portanto, sopram ventos de mudança na Maternidade do Centro Hospitalar, “a espalhar sementes para um Parto Positivo e rumo a uma transformação na forma de nascer no Médio Tejo”, refere a mesma nota informativa.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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