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Sábado, Outubro 23, 2021

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Abrantes | Centro Hospitalar quer alargar serviço de Hospitalização Domiciliária ao setor social

O salão nobre dos Paços do Concelho de Abrantes foi o local escolhido pelo Conselho de Administração (CA) do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) para a divulgação do Programa de Hospitalização Domiciliária da unidade de Abrantes junto de várias entidades do setor social do concelho de Abrantes com a resposta de ERPI- Estrutura Residencial Para Idosos.

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Carlos Andrade Costa, presidente do Conselho de Administração do CHMT, explicou, durante a reunião realizada no dia 20 de novembro, que este modelo de prestação de cuidados ao doente na sua casa, a funcionar há cerca de um ano, é uma “alternativa ao internamento hospitalar convencional”. Citado em nota de imprensa, Carlos Costa disse que o mesmo “apresenta bons índices de satisfação por parte dos doentes e cuidadores, ao nível da qualidade e da segurança”, pelo que o CHMT entende estarem reunidas as condições para alargar este modelo a utentes de instituições do setor social.

Segundo se pode ler na mesma nota da autarquia de Abrantes, a diretora do serviço de Medicina Interna, Fátima Pimenta, clarificou os benefícios associados a estes cuidados de saúde “mais humanizados” e explicou como é feita a seleção dos doentes, tendo feito notar que “o regime de acompanhamento do doente no domicílio é feita em regime de visitas diárias, todos os dias do ano”, sendo que em caso de necessidade os profissionais de saúde podem deslocar-se ao local mais do uma vez no mesmo dia.

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Carlos Andrade Costa, presidente do Conselho de Administração do CHMT, e Celeste Simão, vereadora da Ação Social na CM Abrantes. Foto: CM ABT

Presente nesta apresentação esteve também o diretor da Segurança Social de Santarém, Renato Bento e a vereadora Celeste Simão, com o pelouro da Ação Social, que evidenciou o benefício deste programa na linha da proximidade às pessoas e disponibilizou os meios da Rede Social para colaborar na articulação com as diversas entidades.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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