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Sexta-feira, Outubro 22, 2021

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Abrantes | Cáritas reconstrói habitação que ardeu em Aldeia do Mato

A Cáritas Diocesana de Portalegre-Castelo Branco e a empresa que vai reconstruir a habitação totalmente destruída no grande incêndio ocorrido em julho de 2017, localizada em Aldeia do Mato, no concelho de Abrantes, assinaram, esta terça-feira 14 de novembro, o contrato que estabelece a formalização da obra, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Abrantes.

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O valor da reconstrução desta habitação é de 91.326 euros, acrescido do IVA, totalmente assumida pela Cáritas Diocesana de Portalegre-Castelo Branco. A obra terá inicio de imediato e prevê-se que a mesma esteja finalizada durante o mês de maio de 2018.

Na presença da presidente da Câmara Municipal de Abrantes (CM), Maria do Céu Albuquerque e do vereador João Gomes, estiveram Elicídio Bilé, presidente da Cáritas Diocesana de Portalegre – Castelo Branco e responsáveis pela empresa que vai realizar a obra, a Sociedade Comercial Louro Brunheta e Construções, Lda, com sede em Sentieiras, Fontes, concelho de Abrantes. Presente esteve também o pároco Pedro Tropa, responsável pela Fábrica da Igreja, que acolheu provisoriamente a família desalojada, constituída por 5 pessoas.

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Maria do Céu Albuquerque e João Gomes com Elicídio Bilé, presidente da Cáritas Diocesana de Portalegre – Castelo Branco e representantes da empresa Louro Brunheta e Construções Lda. E também o pároco Pedro Tropa, responsável pela Fábrica da Igreja.

Elicídio Bilé sublinhou que a reconstrução desta habitação, mas também noutras reconstruções que a Cáritas está a assumir em vários pontos da região Centro, flagelada pelos incêndios florestais, só é possível “graças à generosidade do povo português”.

Maria do Céu Albuquerque agradeceu à Cáritas e à Fábrica da Igreja pela pronta resposta e articulação com a autarquia para encontrar a melhor resposta para a situação da família em causa.

A CM participou no processo, tendo sido responsável pela elaboração do projeto de arquitetura e especialidades, pela elaboração do procedimento de lançamento de empreitada e irá assegurar a fiscalização da obra.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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