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Abrantes | Candidatura ao POSEUR para telas no centro histórico e ligação dos Quinchosos ao jardim do Castelo

Abrantes celebrou um protocolo com a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, em conjunto com os municípios de Tomar e Vila de Rei, para a submissão de candidatura ao POSEUR (Programa Operacional) no domínio da sustentabilidade e eficiência no uso de recursos, tendo em vista duas intervenções, uma nos Quinchosos e outra nas ruas do Centro Histórico. O valor total da candidatura cifra-se na ordem dos 190 mil euros.

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A candidatura entretanto submetida prende-se com “duas linhas de ação”, explicou na última reunião de executivo de Abrantes, na terça-feira, 9 de julho, o vice-presidente da Câmara Municipal, João Gomes PS).

No âmbito da sustentabilidade será executada de forma temática “uma linha de ação na ligação da bolsa de estacionamento dos Quinchosos, na parte lateral da escola, aos jardins do Castelo de Abrantes. Tornar aquela zona com aroma e cor. Vamos requalificar e eliminar as espécies invasoras que preencheram o talude, realização de caminho pedonal e criação de patamares e guardas de segurança com recurso a madeira, plantação de espécies vegetais resistentes ao stress hídrico por ser uma zona muito inclinada, instalação de sistemas de rega gota-a-gota e etiquetagem e identificação das espécies”, especificou João Gomes.

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A segunda prende-se com uma obra já executada, “o cobrimento das ruas do Centro Histórico com telas” que, segundo João Gomes, “tinham enquadramento na candidatura sendo uma ação em termos de alterações climáticas”.

A candidatura de Abrantes tem uma valor total de 190.477,45 euros. A proposta foi aprovada por unanimidade.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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