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Quinta-feira, Agosto 5, 2021

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ABRANTES: Câmara decreta três dias de luto municipal pela morte de José “Bioucas”

 

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José dos Santos Jesus, mais conhecido por José Bioucas, primeiro presidente da Câmara Municipal de Abrantes, entre 1974 e 1990, faleceu hoje aos 87 anos de idade, vítima de paragem cardiorrespiratória. Estava em coma profundo no Hospital de Abrantes desde domingo à noite.

O corpo será velado a partir das 17:30 de hoje, dia 3 de novembro, na Capela de Sant’Ana.
As exéquias religiosas realizam-se na quarta-feira, dia 4, pelas 11:00 na Igreja de S. Vicente, seguido do funeral para o cemitério Cabacinho.
Câmara de Abrantes decreta três dias de luto municipal
Em comunicado, a presidente da Câmara Municipal, em nome do Executivo e da comunidade que representa, fez saber que apresentou à família do Engenheiro Bioucas as mais sentidas condolências. Informou ainda que decidiu decretar luto municipal durante três dias.
José Bioucas: Eng.º Técnico de profissão, para além da sua participação na Comissão Administrativa do Município, primeiro enquanto vogal e depois como vice-presidente e presidente da Comissão, foi o primeiro presidente democraticamente eleito da Câmara Municipal de Abrantes nas eleições realizadas em 12 de dezembro de 1976. Exerceu as funções de Presidente da Câmara Municipal de Abrantes durante 4 mandatos até ao dia 3 de janeiro de 1990.
Conhecido no concelho e na região, José Bioucas permanecerá na história como um cidadão de referência no concelho de Abrantes na segunda metade do século XX. Enquanto autarca, deixando um legado de enorme convicção e determinação ao serviço da sua população, reconhecido por toda a comunidade. Mas também enquanto industrial, na qualidade de professor na Escola Industrial e Comercial de Abrantes e no papel que desempenhou nas causas sociais, nomeadamente no Centro de Recuperação e Integração de Abrantes (CRIA).

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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