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Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
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Abrantes | Câmara dá parecer positivo a Área Integrada de Gestão da Paisagem a sul do Tejo

A Câmara Municipal de Abrantes aprovou por unanimidade um parecer favorável com vista à criação da Área Integrada de Gestão da Paisagem (AIGP) – Rio Torto, que está inserida no território da Zona de Intervenção Florestal (ZIF) Rio Torto, numa área total de 623.6ha no sul do concelho, abrangendo o território de S. Miguel do Rio Torto. A entidade gestora é a Associação de Agricultores dos Concelhos de Abrantes, Constância, Sardoal e Mação.

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Na reunião de 7 de setembro, a Câmara de Abrantes já tinha dado parecer positivo à criação da AIGP de Aldeia do Mato, no norte do concelho, coincidente com a área da ZIF Aldeia do Mato, abrangendo áreas da União de Freguesias de Aldeia do Mato e Souto, Martinchel e Rio de Moinhos, numa área total de 6 878 ha. A entidade gestora é a Gestiverde.

As áreas integradas de gestão da paisagem estão a ser criadas a nível nacional em zonas de minifúndio e de elevado risco de incêndio e surgem numa estratégia de mosaico ou de descontinuidade da floresta, em que os espaços florestais são integrados em espaços agrícolas de forma a tornar o território mais produtivo e a aumentar a eficácia da prevenção contra incêndios.

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As AIGP preveem diferentes modalidades de relação com os proprietários, podendo estes delegar a gestão do seu terreno à entidade gestora ou fazer a gestão mediante o plano proposto.

Para o presidente da Câmara Municipal, Manuel Jorge Valamatos, este novo enquadramento “deixa-nos muito otimistas para com o futuro porque estas áreas são, de certa forma, muito semelhantes às das ZIF’s, mas com uma interpretação do território florestal muito mais abrangente, com a agricultura e o turismo a fazerem parte do processo, pelo que podemos ter aqui uma linguagem da paisagem completamente diferente de valorização do território”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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