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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Abrantes | Câmara associa-se ao dia de luto nacional pelas vítimas de violência doméstica

Lembrando e respeitando todos os que, das mais diferentes formas, foram ou são vítimas diretas ou indiretas de violência doméstica, a Câmara Municipal de Abrantes associou-se esta quinta-feira ao Dia de Luto Nacional pelas Vítimas de Violência Doméstica.

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Com as bandeiras a meia haste nos dois principais edifícios onde funcionam os serviços municipais, na Praça Raimundo Soares, bem como noutros serviços municipais, foi realizado um minuto de silêncio. Após esse momento simbólico, o Presidente da Câmara disse aos presentes que, “a violência doméstica envergonha-nos”.

Manuel Jorge Valamatos e a vereadora responsável pela área social, Celeste Simão, percorreram algumas praças do Centro Histórico entregando aos munícipes um flyer de sensibilização contendo com uma mensagem referente à temática.

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No Concelho de Abrantes trabalham-se estas matérias através da REIVA- Rede Especializada de Intervenção na Violência de Abrantes, que existe desde 2013, funcionando através de uma rede colaborativa e envolvendo vários parceiros. Esta estrutura surgiu de uma decisão política do atual Executivo Municipal.

No âmbito desta resposta organizada em rede e facilitadora da articulação de soluções eficazes de encaminhamento e apoio às vítimas, destaca-se o Serviço de Atendimento à Vítima. Este serviço faz atendimento na Câmara Municipal de Abrantes e na Associação Vidas Cruzadas, sendo constituído por uma equipa técnica composta por pessoal qualificado.

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A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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