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Segunda-feira, Outubro 25, 2021

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Abrantes | Câmara assegura refeições para alunos em regime de apoio social escolar

Com o encerramento das escolas na sexta-feira, dia 22 de janeiro, motivado pela pandemia, a Câmara Municipal de Abrantes vai assegurar em regime take away a prestação de apoios alimentares a alunos beneficiários dos escalões A e B da ação social escolar.

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Neste sentido, em estreita articulação com todos os parceiros, a autarquia de Abrantes definiu as seguintes medidas:

– Irão ser disponibilizadas refeições sociais, em regime take away, aos alunos abrangidos pelo regime de apoio social escolar (escalão A e B);

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–  Os encarregados de educação dos alunos abrangidos, independentemente da escola que o seu educando frequente, poderão solicitar a entrega da refeição em qualquer um dos pontos de recolha definidos, nomeadamente EB António Torrado, EB Maria Lucília Moita e Escola Secundária Dr. Solano de Abreu;

– Fora da cidade, as escolas definidas como pontos de recolha das refeições são: EB Rio de Moinhos, EB Pego, EB Rossio, EB S. Miguel do Rio Torto, EB Bemposta, Escola Octávio Duarte Ferreira – Tramagal, EB Alvega e EB Mouriscas;

– O horário para levantamento das refeições será entre as 12h e as 13h;

A entrega das refeições sociais tem início esta segunda-feira, dia 25 de janeiro, para os referidos alunos que frequentem o 1º Ciclo e Pré-Escolar, sendo que, por dificuldades logísticas, apenas a partir de terça-feira, dia 26 de janeiro, a medida abrangerá todos os referidos alunos, do Pré-Escolar ao ensino secundário.

A autarquia informa ainda que as escolas básicas António Torrado e Maria Lucília Moita, em Abrantes, e a Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Abrantes, em Mouriscas, serão as escolas de acolhimento dos filhos ou outros dependentes com idade igual ou inferior a 12 anos, a cargo dos profissionais mobilizados para o desempenho de funções essenciais de proteção/apoio no âmbito da covid-19 .

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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