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Abrantes | Câmara aprova regulamento para implementação de Cartão Sénior

A versão final do regulamento do Cartão Sénior foi aprovada pelo executivo da Câmara Municipal de Abrantes. O regulamento será ainda submetido à aprovação da Assembleia Municipal e só depois é que entrará em vigor.

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Tendo em conta as tendências demográficas nacionais que assentam na maior longevidade dos indivíduos, registando um aumento da população com mais de 65 anos, para a autarquia de Abrantes “o Cartão Sénior surge como uma medida de promoção e de inclusão da população sénior, constituindo no quadro de medidas de política social uma reposta que tem por base o fenómeno de discriminação positiva”.

O Cartão, de caráter pessoal e intransmissível, será atribuído de forma gratuita e pretende facultar à população sénior do concelho de Abrantes apoio e benefícios financeiros em diversas áreas, nomeadamente de natureza social, cultural, desportiva, recreativa, fomentando o convívio, a frequência de espaços culturais, desportivos e de lazer, bem como contribuir para a dignificação das suas condições de vida.

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Relativamente aos serviços da Câmara, os portadores do Cartão poderão usufruir de descontos na utilização de atividades nas Piscinas Municipais (Hidroginástica, Hidroterapia e utilização livre); no Estádio Municipal ( Sauna e Jacuzzi ou Sala de musculação e reabilitação); nos serviços prestados pela Biblioteca Municipal António Botto e na ocupação nas Hortas Comunitárias.

O Cartão Sénior destina-se a cidadãos idade igual ou superior a 65 anos, desde que tenham residência permanente no concelho de Abrantes e ali estejam recenseados há pelo menos dois anos; sejam pensionista, reformado ou aposentado e tenham pensão/reforma de valor inferior ao Indexante dos Apoio sociais (IAS).

Dará acesso a vários benefícios, nomeadamente descontos em bens e serviços disponibilizados pelo Município de Abrantes e pelas empresas ou entidades aderentes.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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