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Abrantes | Câmara aprova projeto para intervenção na linha de água em Rio de Moinhos

O projeto de intervenção na linha de água em Rio de Moinhos foi assinado pela Câmara Municipal de Abrantes, com o levantamento de trabalhos a efetuar a incidir em cerca de 20 quilómetros entre a linha de água e afluentes, num projeto que vai custar cerca de 75 mil euros. O anúncio partiu do presidente na última reunião de executivo.

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O presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos (PS), avançou ter assinado o projeto para a contratação para a intervenção na linha de água em Rio de Moinhos (Abrantes). Deu conta da Câmara Municipal ter realizado “um levantamento de mais de 20 quilómetros entre a linha de água e afluentes” referindo outras duas situações semelhantes em Aldeia do Mato e Sentieiras às quais “o projeto terá de dar também resposta”.

A intervenção no vale da Pucariça (Rio de Moinhos), Martinchel, Sentieiras e Aldeia do Mato está prevista há meses pela Câmara Municipal de Abrantes.

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Em outubro de 2020, o presidente da Câmara Municipal explicou ao mediotejo.net a intenção da autarquia avançar para a solução que colocará um fim aos problemas de cheias e alagamentos causados por intempéries. A intervenção pode chegar aos dois milhões de euros, sendo agora a fase dos projetos e respetivos orçamentos, para depois avançar para uma candidatura a fundos comunitários. Contudo, o autarca disse querer ver obra pronta antes do inverno de 2021.

Segundo Manuel Jorge Valamatos, “este projeto orçou em 75 mil euros”, montante que justifica “a dimensão e a complexidade do mesmo” com o executivo municipal liderado pelo PS a desejar “ter uma proposta capaz de resolver de forma definitiva problemas que há anos” existem na linha de água entre Aldeia do Mato e Rio de Moinhos.

OIÇA AQUI O PRESIDENTE MANUEL JORGE VALAMATOS:

A passagem da depressão Elsa por Portugal, no final de 2019, causou um milhão e 500 mil euros de prejuízos no concelho de Abrantes. Em dezembro daquele ano a ribeira da Rio de Moinhos galgou o leito e inundou a zona baixa da aldeia de Rio de Moinhos.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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