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Domingo, Outubro 17, 2021

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Abrantes | Câmara anuncia programa de investimento de 3,8 milhões para reabilitar Rossio ao Sul do Tejo

A Câmara Municipal de Abrantes aprovou, esta quarta-feira, por unanimidade, o Programa Estratégico de Reabilitação Urbana de Rossio ao Sul Tejo. O programa de investimento municipal para a Área de Reabilitação Urbana do Rossio prevê vários investimentos públicos no valor de três milhões e 835 mil euros. Previstos estão também incentivos fiscais e tributários de apoio aos privados que queiram reabilitar imóveis degradados ou em mau estado de conservação.

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O Plano Estratégico de Reabilitação Urbana (PERU) de Rossio ao Sul do Tejo foi, esta quarta-feira 19 de dezembro, aprovado por unanimidade em reunião de Executivo camarário, estando calculado o investimento em cerca de 3,8 milhões de euros. Contudo não deverá ser posto em marcha pelo Executivo abrantino até ao fim do atual mandato, em 2021, exceto no que diz respeito à criação de uma bolsa de estacionamento junto à nova Unidade de Saúde Familiar, uma vez que não merece apoio financeiro no atual quadro comunitário do Portugal 2020.

O programa de investimento municipal para a Área de Reabilitação Urbana (ARU) de Rossio ao Sul do Tejo, apresentado como PERU, contempla 10 zonas de intervenção, investimentos camarários “a médio prazo”, explicou a presidente Maria do Céu Albuquerque. Previstos estão também vários incentivos fiscais e tributários de apoio aos proprietários de imóveis dentro da ARU, que necessitem de ser reabilitados.

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“Há um investimento associado, sendo necessário criar condições para que seja executado. Não temos fundos comunitários para estes investimentos, no atual quadro comunitário. Este é um planeamento estratégico a médio prazo até para nos prepararmos para o pós 2020 e um outro ciclo de regeneração urbana e de incentivo”, disse a presidente da autarquia, Maria do Céu Albuqerque (PS), em declarações ao mediotejo.net.

Maria do Céu Albuquerque, embora considere “fundamental o investimento público no sentido de dotar o território das melhores condições para que os privados possam acompanhar esse esforço”, referiu que “a partir do momento que seja aprovado em definitivo esta ARU a carteira de incentivos tributários e fiscais vão ficar disponíveis para os privados que queiram iniciar o seu processo de recuperação de imóveis”.

Reunião de Câmara Municipal de Abrantes

Assim, o Plano prevê a criação de uma variante rodoviária à Avenida Dr. António Augusto da Silva Martins/EN2 com um custo estimado para esta intervenção de 500 mil euros. Está igualmente prevista a criação de uma variante rodoviária à Avenida Avelar Machado/EN118 com um custo estimado de 510 mil euros.

A criação de uma bolsa de estacionamento rodoviário junto às instalações da nova Unidade de Saúde Familiar do Rossio ao Sul do Tejo vai custar aos cofres da autarquia 100 mil euros.

O programa de investimento municipal prevê também o reordenamento e qualificação da zona envolvente à Estação Ferroviária de Abrantes, com um custo estimado de 550 mil euros.

A beneficiação física das instalações do Polidesportivo do Rossio ao Sul do Tejo integra igualmente o plano, uma intervenção que custará 125 mil euros. Tal como a beneficiação física das instalações da Estação de Canoagem, uma intervenção estimada em 200 mil euros.

Prevista ainda a valorização urbanística da zona localizada a Norte do Campo de Futebol, no valor de 150 mil euros.

E duas intervenções, disponibilizando o Lote 38 e o Lote 42, para habitação a custos controlados, incluindo a conclusão das obras de construção de um edifício localizado na Avenida Professor Egas Moniz. Cada intervenção apresenta um custo de 350 mil euros.

Por fim, Maria do Céu Albuquerque apresentou a zona prioritária de valorização do espaço público daquele território, onde serão realizadas pequenas operações de requalificação na zona central de Rossio ao Sul do Tejo. Com esta intervenção, um investimento de um milhão de euros, a Câmara pretende a obtenção de ganhos ao nível das condições de conforto e segurança da circulação pedonal; a renovação de infraestruturas localizadas no subsolo, em especial de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais e pluviais.

Quanto a estes investimentos, a presidente sublinhou que o trabalho do Executivo passa, até ao fim do mandato, por “planear e organizar” e, “quem sabe ainda neste quadro comunitário, no ‘overbooking’ ou nas oportunidades de financiamento que decorrem da não utilização por parte de entidades de fundos comunitários”, o Executivo possa “ter essa capacidade. É nesse esforço que nos encontramos a trabalhar”, notou.

Uma vez aprovado o PERU, o documento deverá de seguida ser remetido ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana I.P. para emissão de parecer não vinculativo e submetido a discussão pública.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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