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Quarta-feira, Outubro 27, 2021

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Abrantes | Câmara ainda sem posição quanto a possível abastecimento de água e de saneamento intermunicipal

A Câmara Municipal de Abrantes ainda não tem posição tomada quanto à possível gestão intermunicipal de redes de água e de saneamento de águas residuais por “não ter dados objetivos”, explicou Maria do Céu Albuquerque na sexta-feira, 28 de setembro, em Assembleia Municipal.

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A presidente da Câmara respondia a uma questão do Bloco de Esquerda que disse saber através de “notícias fora de Abrantes” que decorre um “Estudo de análise de modelos de agregação no âmbito do abastecimento de Água e de saneamento de águas residuais”, envolvendo vários municípios do Médio Tejo”.

“É apenas uma questão de principio. Fomos confrontados com legislação efetiva para promover a agregação e o Município de Abrantes é um ativo importante para este sistema que pode vir a ser criado. Não o iríamos fazer sem o discutir abertamente na Câmara e na AM quando tivermos dados concretos para o fazer”, deu conta a presidente da Câmara, Maria do Céu Albuquerque (PS).

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O Bloco de Esquerda, pela voz do deputado municipal Pedro Grave, disse que tal estudo teve já um relatório final da primeira fase e estará a entrar na segunda fase.

“Segundo sabemos, em Tomar este assunto tem sido debatido em reuniões de Câmara e motivou sessão Extraordinária da Assembleia Municipal. Face ao foco e importância dados ao assunto noutros municípios, envolvendo várias instituições autárquicas e todas as forças políticas, estranhamos ainda não ter ouvido falar disto em Abrantes, até porque nos parece ser necessário confirmar a passagem dos municípios interessados às várias fases do estudo”, disse Pedro Grave.

Sem adiantar mais informações, Maria do Céu Albuquerque esclareceu que “nada do que foi deliberado na Assembleia ou no conselho intermunicipal vincula a Câmara de Abrantes ou qualquer outra câmara ao que quer que seja”.

Em agosto último a Assembleia Municipal de Tomar aprovou, por maioria, avançar para a segunda fase do estudo de análise de modelos de agregação no âmbito do abastecimento de água e de saneamento de águas residuais. A solução deverá passar pela criação no futuro de uma empresa intermunicipal, com capitais exclusivos dos concelhos aderentes, no caso de Tomar, Abrantes, Vila de Rei, Constância, Sertã e Sardoal. Segundo a presidente de Tomar, Anabela Freitas, “só assim será possível ter acesso a fundos comunitários”.

A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) contratou uma prestação de serviços para a elaboração de um estudo referente à análise de modelos de agregação de gestão integrada, no âmbito do abastecimento de água e de saneamento de águas residuais, nos 13 municípios que integram a CIMT, por ajuste direto, no valor de 40.500,00 euros, no dia 2 de março de 2018, por um prazo de execução de 70 dias.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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