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Sexta-feira, Setembro 17, 2021

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Abrantes | Câmara abate sete árvores em risco de queda na Urbanização dos Plátanos

O  município de Abrantes anunciou que vai abater esta semana sete árvores existentes na Urbanização dos Plátanos, em Alferrarede, nomeadamente as que se situam junto ao parque infantil e ao Centro de Dia de Alferrarede por razões de segurança. Assim, entre os dias os dias 23 e 25 de setembro, irão ter lugar os trabalhos de abate das sete árvores.

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Em nota de imprensa, a autarquia informa que “após deslocação conjunta do Serviço de Gestão de Espaços Verdes e do Serviço Municipal de Proteção Civil, para análise do estado fitossanitário das árvores existentes na Urbanização dos Plátanos, resultou o parecer consensual de que existem 7 exemplares que apresentam fragilidades consideráveis e que poderão por em causa a segurança de pessoas e bens existentes naquele espaço”.

Mais acrescenta que “face à impossibilidade de reversão do processo de degradação, foi considerado pelos técnicos que as árvores já não reúnem condições para permanecerem no local. Tecnicamente, as sete árvores identificadas têm vindo ao longo dos anos a ficar mais debilitadas em termos estruturais, fitossanitários e estéticos, possuindo fraco valor ornamental e patrimonial”, pode ler-se na informação da autarquia.

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Urbanização dos Plátanos, Alferrarede. Créditos: CMA

Dado os constrangimentos do local, as caldeiras das cinco árvores existentes dentro do parque infantil serão fechadas, sendo que as duas árvores existentes na zona mais desafogada e com pavimento em calçada serão substituídas por novas árvores, na época adequada à respetiva plantação.

Assim, nos dias 23, 24 e 25 de setembro, irão ter lugar os trabalhos de abate das sete árvores. A Câmara Municipal de Abrantes apela à compreensão dos residentes e dos utentes do espaço pelos transtornos que este tipo de trabalhos poderão causar.

Urbanização dos Plátanos, Alferrarede. Créditos: CMA

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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