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Abrantes | Bombeiros com ocorrência na cidade e incêndio em habitação em Barreiras do Tejo (C/ÁUDIO)

Quatro pessoas vão ter hoje de dormir fora de casa na sequência de um incêndio numa habitação em Barreiras do Tejo, na União de Freguesias de Abrantes, e que causou danos que a tornam inabitável até ser intervencionada. Não houve feridos a registar mas os Bombeiros de Abrantes transportaram um homem ao hospital numa outra ocorrência de incêndio numa casa no centro histórico da cidade e que veio a revelar que afinal o intenso fumo era proveniente de líquidos, supõe-se que ácidos, que se libertaram aos serem espalhados pela casa e que  cidadão inalou.

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Em declarações ao mediotejo.net, o comandante dos bombeiros voluntários de Abrantes disse a primeira ocorrência decorreu no centro histórico da cidade, junto a um dos edifícios do município, tendo os operacionais sido chamados para um incêndio. Ao chegarem ao local, verificaram que havia sido espalhado pela habitação um liquido que fez bastante fumo, mas que não havia chamas. O homem foi transportado ao hospital por precaução depois de ter inalado fumo que se supõe ser tóxico e derivado de produtos químicos.

ÁUDIO: COMANDANTE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ABRANTES:

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Mais complexa foi a intervenção numa vivenda em Barreiras do Tejo, num incêndio que deflagrou cerca das 19:50 e que deixa quatro pessoas desalojadas, pelo menos temporariamente. “Na casa estavam 4 pessoas, um casal, um filho e um neto desse casal, e o incêndio terá começado num quarto e propagou-se a várias divisões, ao sotão e ao telhado”, tendo entrado em fase de rescaldo cerca das 21:30.

“Ninguém ficou ferido mas a casa está sem condições de habitabilidade devido ao fumo, ao cheiro e ao facto de várias divisões terem ficado danificadas. Esta noite não podem ali dormir e vão ficar em casa de familiares, disse António Manuel Jesus.

O incêndio está em fase de conclusão e cerca das 22:15 estavam no local 10 operacionais apoiados por duas viaturas.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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