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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Abrantes | Bombeiros atacam em força e controlam rapidamente incêndio em Alvega

O alerta de incêndio chegou às 17h00 desta sexta-feira 24 de agosto. Deflagrava na zona do Maxial, em floresta de eucaliptos, perto da zona habitacional de Portelas. Mas foi prontamente apagado pelos bombeiros, com 79 operacionais no terreno, dois meios aéreos, 11 carros de combate, sendo 17 a totalidade dos meios terrestres.

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O fogo deflagrou, esta sexta-feira 24 de agosto, em Alvega, no concelho de Abrantes, mais especificamente no Maxial perto da localidade de Portelas. O alerta foi dado às 17h00 e meia hora depois o fogo já estava controlado.

O segredo do sucesso no combate eficaz e de atuação rápida parece estar no posicionamento dos meios, explica ao mediotejo.net o comandante dos Bombeiros de Abrantes, António Jesus.

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Incêndio em Maxial, Alvega

“Temos os carros em locais estratégicos em pré-posicionamento. Um carro no Norte do concelho, um carro a Sul e dois no quartel, o que nos permite o combate imediato e ganhar tempo” até que cheguem reforços, refere.

Além disso os bombeiros contam com sistemas de alerta, ‘kits’ de primeira intervenção junto de associações de caçadores, agricultores e ainda nas Juntas de Freguesia.

“Os meios aéreos também chegaram rapidamente. Encontram-se posicionados em Sardoal”, acrescentou o comandante que deu ainda conta da estratégia utilizada em termos distritais: o ataque “é tudo em força, para que o fogo seja apagado no início e não ganhe grandes dimensões”.

Uma hora depois do alerta, segundo a Proteção Civil (PROCIV) a situação operacional do incêndio era em conclusão.

Incêndio em Maxial, Alvega

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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