Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Terça-feira, Outubro 19, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Abrantes | Bibliotecas com serviço de entrega ao domicílio aos alunos do concelho

“Um livro é um amigo” e “Ler é o melhor remédio” são frases que nunca fizeram tanto sentido. Por isso nasceu o “Biblioteca à porta”, um novo serviço de entrega domiciliar de livros, iniciativa da Biblioteca Municipal António Botto, à qual se juntam as bibliotecas escolares de Abrantes, e que permite aos alunos do concelho requisitar milhares de livros e outros documentos que estão agora confinados às prateleiras das bibliotecas.

- Publicidade -

Os livros podem ser requisitados por email e, além dos títulos dos documentos pretendidos, no e-mail deve constar o nome, ano, turma e escola, bem como um contacto telefónico e a morada para entrega.

Os livros serão emprestados durante um mês e os restantes tipos de documentos durante 15 dias. Os prazos não são renováveis e as quantidades serão as regulamentares.

- Publicidade -

O levantamento e devolução dos documentos serão feitos em casa dos alunos, por pessoal da Biblioteca Municipal António Botto, munido de equipamento de proteção individual. Os documentos serão entregues dentro de um saco plástico.

A devolução dos documentos deverá ser feita no interior do saco plástico em que foram entregues, que, embora vá ser descartado, deverá aparentar um bom estado de limpeza.

A pessoa que fará o manuseamento interno dos documentos, irá fazê-lo com luvas descartáveis e máscara de proteção, introduzindo-os em sacos plásticos. Após a sua devolução os documentos ficarão em quarentena durante duas semanas.

É possível ver os títulos disponíveis através dos catálogos publicados nos sites das bibliotecas, e os pedidos são realizados através do email biblioteca@cm-abrantes.pt .

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome