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Sábado, Outubro 16, 2021

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Abrantes | Biblioteca presta tributo online a António Botto dia 17

A Biblioteca Municipal de Abrantes vai promover um tributo online a António Botto, poeta natural de Concavada e que dá nome a este equipamento cultural, no dia 17 de agosto, às 18h30.

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O momento dedicado ao poeta Botto é constituído pela apresentação de um vídeo com realização e interpretação de Carla Dias, performance musical de Hugo Sampaio e produção de Laranja de Voar – Mediação Cultural/Artística, Educação Patrimonial e Turismo Criativo e Biblioteca Municipal António Botto.

Carla Dias é professora do Curso Profissional de Artes do Espetáculo na Escola Básica e Secundária Dr. Manuel Fernandes.

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Hugo Sampaio foi professor na EPDRA – Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Abrantes e tem um longo percurso pelos palcos ligado à música e à dança. No seu recente trabalho discográfico, presta homenagem a António Botto, tendo obtido autorização da família do poeta abrantino para musicar um dos seus poemas.

António Tomás Botto (1897-1959) nasceu em Concavada, no concelho de Abrantes. Trabalhando o pai nos “barcos de água” é natural a sua intimidade com o Tejo e a sensibilidade à natureza que revela nos seus poemas. Foi dramaturgo e contista infantil e foi o primeiro poeta português a abordar o amor homossexual.

A Biblioteca Municipal António Botto continua a apresentar a sua programação regular apenas em formato digital, devido às medidas de precaução por causa da covid-19.

O tributo terá transmissão de vídeo nos canais digitais do município, nomeadamente no Facebook, no Youtube e o no site (cm-abrantes.pt), na área das bibliotecas.

A programação de agosto está disponível para consulta em http://www.bmab.cm-abrantes.pt/

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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