Abrantes | Biblioteca Municipal com programação digital devido à pandemia

Devido à situação epidemiológica em curso as atividades da Biblioteca Municipal de Abrantes são transmitidas em formato digital durante todo o mês de novembro, de forma a manter uma ligação estreita com os utilizadores, para entretenimento e acesso à cultura.

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Em nota de imprensa, a Biblioteca António Botto informa que as atividades são vertidas no formato vídeo, podendo ser visionados nos seguintes canais de comunicação:

Site: http://www.bmab.cm-abrantes.pt/
YouTube: https://youtube.com/channel/UCYwhE94G6Zge45QFSb5HZLQ
Facebook: https://www.facebook.com/MunicipioDeAbrantes

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Os vídeos podem ser acedidos nas horas indicadas ou, posteriormente, uma vez que ficam em arquivo.

AGENDA DE NOVEMBRO

14 de novembro de 2020 //11H00
SEGUE AQUELE URSO!

Integrado na Atividade “A Biblioteca ao Sábado” realizada periodicamente para promoção do livro e da leitura. Transmissão de vídeo com base no livro Segue aquele urso!, de Claire Freedman e Alison Edgson, da editora Minutos de Leitura, que terá a participação de utentes do Lar Residencial do CRIA – Centro de Recuperação e Integração de Abrantes.

21 de novembro de 2020 // 15H00
ENCONTRO COM O ESCRITOR / JOSÉ MARTINHO GASPAR

Apresentação ‘online’ do livro Almanaque da História de Portugal, de José Martinho Gaspar, por Isabel Borda d’ Água, da editora Guerra & Paz, com a presença ‘online’ do escritor.

José Martinho Gaspar nasceu em Água das Casas, Abrantes, em 1967. Licenciou-se em História na Universidade de Coimbra, onde também concluiu o mestrado em História Contemporânea, no âmbito do qual publicou A Primeira República em Abrantes: Evolução Política e Acção Laicizadora e Os Discursos e o Discurso de Salazar. Particularmente interessado por história local, coordena o Centro de Estudos de História Local de Abrantes, onde dirige a revista Zahara há 17 anos. Amante de livros, bibliotecas e documentos antigos, fez uma pós-graduação em Ciências Documentais – Arquivo. Professor de História de profissão, encontrou na escrita uma paixão. Em 2012, iniciou-se na ficção com o livro de contos Histórias Desencantadas; em 2015, trouxe a público uma obra que lhe saiu do coração, Água das Casas: Memórias de Uma Comunidade, e estreou-se na literatura para a infância com Um Mundo Quadrado: Visto Aqui Deste Lado; em 2016, publicou Sport Lisboa e Abrantes/Sport Abrantes e Benfica: 100 Anos; voltou aos contos em 2017, com Histórias de Ter de Ser. Vidas por Fios é o seu primeiro romance.

Dia 26 de novembro de 2020 // 18h30
A BIBLIOTECA AO SÁBADO / CASA GRANDE

Atividade de promoção do livro e da leitura, com base no livro A casa grande, Manifesto de Cidadania, de João Manuel Ribeiro, com ilustrações de Ricardo Rodrigues, da editora Trinta por uma Linha. Em A Casa Grande, João Manuel Ribeiro apresenta-nos um Manifesto de Cidadania. Aborda temas plurissignificativos como as diferentes línguas, latitudes, culturas, cores e crenças religiosas. O escritor apela aos pequenos leitores e (ainda) meninos de verdade» à prática e partilha de sentimentos como o amor, a verdade e o perdão. Convida-os a participar neste desafio que é o combate pela conquista de uma linguagem universal, nova e comum a todos aqueles que respeitam a diferença.

Dia 26 de novembro de 2020 // 11h00

Aniversário da Biblioteca Municipal António Botto 27 anos de memórias.

28 de novembro de 2020 // 11H00
LA BROUILLE
A BEBETECA AO SÁBADO: LER ANTES DE SER /

Atividade de promoção do livro e da leitura, com base no livro La brouille (A briga), de Claude Boujon, da L’école des Loisirs PARIS, realizada por Ana Mourato, Psicóloga e dinamizadora de projetos que envolvem a Literatura para a Infância e a Psicologia do Desenvolvimento.

30 de novembro de 2020// 11H00
ENCONTRO COM O ESCRITOR /ANTÓNIO MOTA

Apresentação ‘online’ do livro Os gatos da casa amarela, de António Mota, das edições ASA, Com a presença ‘online’ do escritor. Neste livro, António Mota oferece uma história sobre a memória e a fidelidade mas, também e nas entrelinhas, sobre a desertificação de lugares remotos, alheios à litoralidade ou ao frenesim urbano, bem como ao abandono do campo perante a sedução da cidade.

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Paula Mourato
A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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