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Sexta-feira, Dezembro 3, 2021
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Abrantes | Bemposta acolhe este sábado IX Coffin Festival

O ‘festival do caixão’ está de volta este sábado, dia 4, às 22:00, à Sociedade Recreativa de Bemposta, no concelho de Abrantes, com um cartaz que destaca seis bandas a concurso: Mournkind (Abrançalha de Baixo), Três Vintes (Porto), ESOLD – Eternal Search of Lucy’s Diamonds (Abrantes), Impera (Lisboa), Miguel Estrada & Os Cobra Cega (Abrantes), The Teasers (São João de Ovar).

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A estas junta-se o grupo “Congruity”, que na última edição conquistou o tão desejado caixão, o primeiro prémio deste festival de música e que o ajuda a tornar um evento único. A grande maioria dos vencedores desta iniciativa não sabe bem o que fazer ao 1º prémio do festival, quando o conquista, embora já os Hyubris o tenham levado para casa. A urna teve foi de ficar na garagem, que dentro de casa o troféu era demasiado tétrico.

Caixões à parte, o evento segue para a sua IX edição, e é um dos programas seguros na região do Médio Tejo na divulgação da nova música portuguesa e de projetos oriundos da região centro e de todo o país.

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Realizando-se atualmente de 3 em 3 anos, 2017 é, assim, ano de regresso do Coffin Festival, um festival/concurso de música moderna portuguesa que se realiza na aldeia de Bemposta, no concelho de Abrantes, e que tem a particularidade de ter um caixão (urna) como primeiro prémio.

O ‘festival do caixão’ está de volta este sábado, dia 4, às 22:00, à Sociedade Recreativa de Bemposta, no concelho de Abrantes. Foto: Coffin Festival

Organizado pela Sociedade Recreativa e Musical de Bemposta, que comemora 60 anos de associação e 15 anos (9ª edição) do evento musical, o Coffin Festival realiza-se este sábado, dia 4 de novembro, com início às 22:00.

O modelo do festival será igual aos anteriores com 6 bandas a concurso e uma convidada, todas elas terão à sua disposição um PA profissional, com técnicos de som e de luzes. Com entradas livres.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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