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Sábado, Outubro 23, 2021

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Abrantes | BE leva novamente à Câmara degradação do Centro Coordenador de Transportes

A degradação do Centro Coordenador de Transportes de Abrantes (CCTA) voltou a ser assunto, pela voz do vereador do Bloco de Esquerda, em reunião de Executivo. No dia 29 de maio, Armindo Silveira insistiu na realização de “obras urgentes” no CCTA. A presidente Maria do Céu Albuquerque (PS), sem avançar com detalhes, disse que irá ocorrer uma intervenção no primeiro andar do edifício, da responsabilidade do Município.

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O Bloco de Esquerda entende ser inviável “esperar por um plano” para o Centro Coordenador de Transportes. O assunto foi novamente levado a reunião de Câmara por Armindo Silveira.

O BE assinalou já diversas vezes, incluindo em sede de Assembleia Municipal (AM), que o edifício do Centro Coordenador de Transportes de Abrantes apresenta um estado de degradação que difere do que entende ser uma digna “porta” da cidade. “Não conseguimos encontrar paralelo com tudo o que a presidente vem propagandeando sobre investir nas entradas da cidade”, afirmaram os deputados municipais eleitos pelo BE na última sessão de AM, em abril último.

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Face ao “evidente mau-estado do edifício, com vidros, espelhos, portas e sanitários partidos, cadeiras desaparecidas, elevadores não funcionais, inundações na zona inferior e o estado de sujidade geral”, o Bloco de Esquerda levou o CCTA a reunião de Câmara, manifestando-se os eleitos “insatisfeitos” com a resposta da edil voltando a “recomendar que seja feita uma intervenção urgente de modo a repor, pelo menos, a funcionalidade dos equipamentos como os sanitários, o elevador, as cadeiras e as portas automáticas”.

Para além disso, considera o BE “necessária a vigilância do piso superior, como forma de desencorajamento de atos de vandalismo”.

Em resposta ao vereador Armindo Silveira, na última reunião de Câmara, Maria do Céu Albuquerque disse ser da responsabilidade do Município “o primeiro andar” garantindo uma intervenção no sentido de “criar uma acessibilidade sem ter necessidade de passagem por dentro do edifício” com o objetivo de fechar o mesmo e “valorizar o primeiro andar”. A presidente manifestou “saber” da urgência da intervenção, acrescentando “estar o Executivo a trabalhar em soluções”, sendo efetuadas as obras “logo que tenhamos condições […] não conseguimos fazer mais” afirmou.

Deu ainda conta que a utilização do CCTA passa essencialmente pelos “autocarros supramunicipais, porque os alunos que vão para as escolas ficam na Avenida ou na própria escola, as pessoas que vão para o Centro Histórico ficam junto ao Tribunal”, contrariando as afirmações do vereador bloquista que referiu ser o CCTA “uma porta de entrada” para os jovens.

Armindo Silveira insistiu que manter o CCTA em estado de degradação é “uma vergonha” que poderia, no seu entender, ter solução “com pequenas obras” atribuindo a responsabilidade ao Executivo que por sua vez defende “uma intervenção de fundo”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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