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Terça-feira, Agosto 3, 2021

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Abrantes: BE diz que poluição no Tejo “segue” a Comissão de Ambiente

O Bloco de Esquerda de Abrantes disse hoje que a poluição regressou ao rio Tejo, denunciando diversas ocorrências depois da saída do território do Médio Tejo por parte da Comissão Parlamentar do Ambiente, que esteve em territórios ribeirinhos entre os dias de domingo e quarta-feira, dia 6 de abril.

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“Se já no fim da tarde de terça-feira, dia 5 de Abril,  a água castanha “se fazia sentir” a jusante  da barragem de Belver, na tarde de quarta e quinta feira, a espuma e a água castanha voltaram ao rio Tejo, a jusante do açude de Abrantes”, pode ler-se em comunicado assinado por Armindo Silveira, deputado municipal em Abrantes.

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“Na tarde de quarta e quinta feira, a espuma e a água castanha voltaram ao rio Tejo, a jusante do açude de Abrantes” – Armindo Silveira

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“O caudal que passa no açude de Abrantes é volumoso o que indicia fortes descargas no rio. Pelas 17h00 de quinta-feira, na zona da Ortiga, já era exíguo, como já era anteriormente na zona do Arneiro, concelho de Nisa. Poderemos afirmar com toda a propriedade que, na sequência do aumento do caudal que se verificou na noite de segunda-feira que teve como resultado a emersão do Travessão do Pego, escondendo a dimensão da muralha de pedra e permitindo que na escada passa peixe do açude que Abrantes passasse imensa água não se detetando qualquer anomalia”, pode ler-se na mesma nota.

“Aliás, as comportas insufláveis que já estavam “em baixo desde” abril de 2015, voltaram a ser insufladas mas na quinta-feira já estavam em baixo”, afirma o dirigente partidário.

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“O caudal que passa no açude de Abrantes é volumoso o que indicia fortes descargas no rio” – Armindo Silveira

Segundo Armindo Silveira, “a poluição, à medida que a Comissão de Ambiente deixava o território até à confluência do rio Zêzere com o Tejo, em Constância, retomava ao Tejo. Os receios de quem está no terreno confirmaram-se, fazendo lembrar a recente visita de deputados do Parlamento Europeu à zona de Toledo, em Espanha, para se inteirarem da real situação do rio Tejo”.

O comunicado do BE conclui, com uma pergunta: “Quem consegue parar de vez este flagelo?”

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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