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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Abrantes | Banda Filarmónica Mourisquense celebra 24º aniversário

A Banda Filarmónica Mourisquense comemora o seu 24º aniversário este sábado, 4 de maio, em Mouriscas, concelho de Abrantes. As celebrações iniciam às 15h30 com a receção da Banda Filarmónica de Pinhel. Depois, às 16h00, decorre um desfile pelas ruas da freguesia e, por fim, às 16h30, realiza-se um concerto na sede da Banda, junto ao Largo das Ferrarias.

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A Banda Filarmónica Mourisquense nasceu com a criação de uma Associação em 3 de maio de 1995. Antes da atual denominação chamou-se: Escola e Banda de Música da Casa do Povo de Mouriscas, que abriu com cerca de trinta aprendizes, sob a orientação e regência do maestro Francelino Lopes Pereira de Sardoal, em 1981. No final desse ano a Escola já contava com cerca de cinquenta alunos, com idades compreendidas entre os oito e os sessenta.

A Banda da Escola teve então a sua primeira atuação com 25 músicos, no dia 23 de janeiro de 1983, na festa de São Sebastião, padroeiro da freguesia de Mouriscas.

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No início do ano de 1995 e por alteração do quadro legal das casas do povo, houve necessidade de criar e organizar uma nova associação de apoio à Banda a qual nasceu por escritura, feita no Cartório Notarial de Sardoal em 3 de maio de 1995.

A Banda Filarmónica Mourisquense conta atualmente com 30 elementos com idades compreendidas entre 8 anos e 22 anos, jovens maioritariamente de Mouriscas que, segundo o presidente da Associação, José Rocha, “alargou também a entrada de jovens de Abrantes, estudantes da Escola Dr. Manuel Fernandes”, instituição que oferece um Curso Básico de Música e constituiu a Orquestra Sinfónica do Liceu.

“Entre setembro e outubro irá decorrer um concerto da Banda Filarmónica Mourisquense na Escola Dr Manuel Fernandes no sentido de mostrarmos o nosso trabalho”, adiantou ao mediotejo.net.

A Associação conta com 150 sócios e a Banda é dirigida Tecnicamente pelo Maestro Francisco Lamarosa.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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