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Quinta-feira, Maio 13, 2021

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Abrantes | Autoridades de saúde encerram escola Lucília Moita para conter surto de covid-19

As autoridades de saúde do Médio Tejo determinaram hoje o encerramento da Escola Básica Maria Lucília Moita, em Alferrarede, Abrantes, devido a um surto de covid-19 que afeta três crianças e duas encarregadas de educação daquele estabelecimento de ensino.

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“A escola básica Maria Lucília Moita ficou hoje sem regime presencial de aulas por um período de 14 dias devido a surto de covid-19, que envolve três crianças, duas no pré-escolar e um no 1º ciclo, e duas mães de outros alunos”, disse a Delegada de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo.

Maria dos Anjos Esperança disse que “a autorização para a suspensão da atividade escolar decorreu de um pedido efetuado nesse sentido à Direção Geral da Saúde (DGS) para prevenir a propagação da doença”, tendo sido hoje aprovada essa medida relativamente a uma escola que agrega cerca de 150 crianças do pré-escolar e do ensino básico.

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ÁUDIO: MARIA ANJOS ESPERANÇA, DELEGADA DE SAÚDE PÚBLICA:

“É uma medida preventiva que visa colocar todos em isolamento profilático, tendo em conta o número de contactos de risco e o facto de haver irmãos de alunos infetados a frequentarem outras escolas”, disse a responsável, tendo dado conta da realização de 186 testes entre ontem e hoje à comunidade educativa, 137 dos quais a crianças e cujos resultados ainda falta conhecer parcialmente.

Os casos positivos de covid-19 em três alunos da Escola Básica Maria Lucília Moita levaram o Agrupamento de Escolas nº 1 de Abrantes a decidir na quarta-feira, em conjunto com o ACES Médio Tejo, colocar 107 alunos de sete turmas em isolamento profilático, a que se juntaram 22 professores e educadores e seis auxiliares de ação educativa, num total de 135 pessoas em confinamento, incluindo alguns alunos da Escola Secundária Solano de Abreu, também em Abrantes, tendo a medida preventiva sido hoje alargada a toda a escola Lucília Moita.

“Os alunos estão em isolamento mas nem todas as turmas têm casos positivos. Os alunos da Escola Solano de Abreu estão em isolamento por relações familiares, têm irmãos em algumas dessas turmas da Escola Lucília Moita”, disse Jorge Costa, diretor do Agrupamento de Escolas nº 1 de Abrantes, tendo confirmado que a partir de sexta-feira a escola Maria Lucília Moita fica em regime de aulas à distância.

O Agrupamento de Escolas, e tendo em conta o Plano de Contingência, “funciona por bolhas e os alunos convivem no mesmo espaço”, sendo que, “por precaução, e segundo o entendimento da autoridade de Saúde Pública, foi decidido o isolamento profilático parcial e hoje, por medida preventiva, a suspensão da atividade letiva presencial”, acrescentou.

O primeiro aluno com covid-19 surgiu na terça-feira, 13 de abril. “Um caso exterior. A Escola foi informada pela família que a criança testou positivo” para a doença, explicou também Jorge Costa, dando conta que de seguida foi acionado o Plano de Contingência do Agrupamento, tendo sido realizados testes rápidos na quarta-feira, dia 14, nas turmas que estiveram em contacto com o aluno infetado, confirmando-se, então, mais dois casos positivos, contabilizando três no total em crianças: dois no pré-escolar e um no 1º ciclo.

“Funcionou bem”, afirmou Jorge Costa relativamente ao Plano de Contingência, tendo feito notar que, “com a testagem imediata e rápida, conseguiu-se evitar mais infeções”.

Segundo os dados das últimas 24 horas do ACES Médio Tejo, Abrantes contabilizou quatro novos casos covid-19 e tem 20 pessoas em vigilância ativa. No total, desde o início da pandemia, aquele município regista um total de 1536 casos de doença, com 1438 pessoas recuperadas e 69 óbitos.

Desde março de 2020, Portugal já registou 16.933 mortes associadas à covid-19 e 829.358 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, que provoca a doença covid-19.

C/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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